Você Sabia?

Ao princípio, o título de Cardeal se atribuía genericamente às pessoas ao serviço de uma igreja ou diaconia, reservando-o mais tarde aos responsáveis das Igrejas titulares de Roma e das igrejas mais importantes da Itália e do estrangeiro.

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Desde quando a Igreja começou a usar o nome de Católica?

Padre Paulo Ricardo

 

O adjetivo católica é anterior ao nascimento da Igreja. Em grego, katholikos (καθολικός) quer dizer aquilo que é conforme o todo. Hoje em dia, a palavra equivalente seria holística. De uma forma geral, a tradução para a palavra católica é universal, contudo, o sentido dela é muito mais amplo.

O primeiro documento histórico que contém o adjetivo católica referindo-se à Igreja é uma carta de Santo Inácio de Antioquia à Igreja de Esmirna, escrita após a sua prisão, que o levou ao martírio em Roma:

“Segui ao Bispo, vós todos, como Jesus Cristo ao Pai. Segui ao presbítero como aos Apóstolos. Respeitai os diáconos como ao preceito de Deus. Ninguém ouse fazer sem o Bispo coisa alguma concernente à Igreja. Como válida só se tenha a Eucaristia celebrada sob a presidência do bispo ou de um delegado seu. A comunidade se reúne onde estiver o Bispo e onde está Jesus Cristo está a Igreja Católica. Sem a união do Bispo não é lícito Batizar nem celebrar a Eucaristia; só o que tiver a sua aprovação será do agrado de Deus e assim será firme e seguro o que fizerdes.”

Onde está Jesus Cristo está a Igreja Católica, segundo Santo Inácio. Mas, essa palavra era usada também em outro sentido, por exemplo, São Justino quando escreveu o Diálogo a Trifão, usou a mesma palavra para referir-se à ressurreição geral, de todas as pessoas. O termo se aplicava também à universalidade do número das pessoas, numa imagem da Igreja que acolhe a todos em seu seio.

A partir do século IV, com o surgimento de várias heresias, um outro sentido foi dado à palavra católica. São Cirilo de Jerusalém para comparar a fé ortodoxa com a fé herética, usa o termo fé católica. Ou seja, a verdadeira fé aceita a totalidade das verdades reveladas, enquanto que a fé herética escolhe aquilo em que quer acreditar, selecionando o que mais lhe convém e rejeitando os demais conteúdos da fé.

Desta forma, a palavra católica passou a designar não somente a Igreja que inclui todas as pessoas em todos os lugares, mas também a Igreja que inclui toda a fé, todos os sacramentos, todo o depósito e tesouro que foi deixado por Jesus Cristo e os Apóstolos. Com isso, a palavra foi sendo incorporada ao Credo como forma de distinguir a Igreja que guardava a fé inteira das seitas heréticas que estavam nascendo e que desprezavam o todo da fé.

Também houve o acréscimo da palavra romana ao adjetivo católica. Parece uma contradição dizer que a Igreja é católica e, ao mesmo tempo, romana. Contudo, não o é. Diante do protestantismo, o objetivo foi salientar que a Igreja somente é inteira, ou seja, católica, se o sucessor de Pedro, o Papa estiver incluído nela.

Assim, a integridade da fé abrange também o fato de que, seja no ocidente, seja no oriente, existe uma ligação com aquele que tem o primado e a jurisdição universal sobre a Igreja.

Só há uma Igreja de Cristo e essa Igreja é una, católica e apostólica. Faz parte da natureza da Igreja ser católica. Sendo assim, não se pode aceitar o significado confessional da palavra católico, pois ela não designa um ramo dos cristianismo. A fé cristã é católica por definição e não há outro verdadeiro cristianismo que não o católico. Por isso, como nas colunatas de Bernini na Praça de São Pedro, a Igreja abraça a fé na sua integridade e acolhe como mãe os católicos do mundo todo que vão em peregrinação até aquela praça, ver o Sucessor de Pedro.

 

Por que Jesus iniciou o ministério na Galiléia?

Os evangelhos sinóticos são unânimes em afirmar que Jesus iniciou o ministério na Galiléia. Por que Ele escolheu esta região, e não Jerusalém, que era o centro do poder religioso de Israel? A decisão de Jesus não obedeceu a razões políticas nem sociológicas. Ele escolheu a Galiléia para que se cumprisse uma profecia de Isaias (8,23;9,1), citada pelo por Mateus (4,12-16).

Quem inventou os dias da semana

A nomenclatura (segunda-feira, terça-feira….), na língua portuguesa, substituiu os nomes latinos pagãos que se referiam aos astros: lunae dies, martis dies, mercurii dies, jovis dies, veneris dies, saturni dies e solis dies. Quem fez esta substituição foi São Martino de Dume, bispo de Praga (Portugal), por volta do ano 560, da nossa era cristã.

Um Papa ao ser eleito não é obrigado a mudar de nome.

Sabemos que o primeiro Papa a mudar de nome foi João XII, por volta de ano 540.

Podemos dizer que um Papa muda de nome, pois, segundo a Bíblia, mudar de nome significa assumir uma missão sagrada que lhe foi confiada. Por exemplo, Pedro não se chamava Pedro, e sim, Simão. Quando Jesus lhe confia uma nova missão, ele passa a se chamar Kephas (pedra), ou seja, Pedro. E assim vemos outros casos, por exemplo, na história de Jacó que passou a se chamar Israel, Sarai que passou a se chamar Sara, Saulo que passou a Paulo, entre outros; por isso, criou-se essa prática que os Papas utilizam até hoje, mas que não é uma regra. Se o Papa quiser manter seu nome, ele pode manter; não há nada que o impeça.

FONTE: Professor Felipe Aquino

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Você sabe diferenciar a “Gendarmaria Vaticana” da ” Guarda Suíça”?

A Gendarmaria é a polícia do Estado Pontifício, que se ocupa em todos os âmbitos da segurança do Estado Vaticano. Como comandante, Giani é o primeiro responsável pela incolumidade do sucessor de Pedro – que difere do trabalho dos guardas suíços, que são o exército do Papa.

Em entrevista recente a um jornal italiano, o comandante explicou se trata de uma tarefa complexa: ”O modo do Papa Francisco de estar próximo aos mais humildes é muito belo e apreciado pelas pessoas. Obviamente, isso comporta uma intensa atividade de prevenção, que é feita através de controles efetuados antes dos eventos. E é esta obra preventiva que nos deixa mais serenos, explica Giani.

”Naturalmente, sempre é possível que apareça um exaltado ou uma pessoa que tenta se aproximar muito, não com más intenções, mas para demonstrar amor ao Papa. E são situações que sempre conseguimos administrar positivamente.”

O comandante explica que se exige dos gendarmes “máximo empenho”, pois se trata de um pequeno território em termos de extensão, mas de importância global – o que pode fazer do Pontífice um alvo potencial para mal intencionados.

Desde 2008, a Gendarmaria Vaticana é membro da Interpol – a polícia internacional. ”A Interpol permite de maneira rápida contatos em nível internacional e para nós isso é muito útil, não somente para a preparação das viagens do Santo Padre aos outros Estados, mas também para eventuais situações de emergência, em que pode haver religiosos presentes em áreas de crise.

“Todas as informações, inclusive em nível internacional, nos forneceram e nos fornecem elementos suficientes para agir com segurança para proteger o Santo Padre.”

Mas quais características necessárias para se tornar um gendarme? O comandante responde:

”Antes de tudo, é preciso amar a Igreja. Os gendarmes servem a Igreja no serviço ao sucessor de Pedro. Portanto, o primeiro requisito do perfeito aspirante é uma fé fervorosa e um

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O que dizia São Tomás de Aquino sobre o uso de imagens?

São Tomás de Aquino (1225-1274) defendia o uso das imagens, afirmando: “O culto da religião não se dirige às imagens em si como realidades, mas as considera em seu aspecto próprio de imagens que nos conduzem ao Deus encarnado. Ora, o movimento que se dirige à imagem enquanto tal não termina nela, mas tende para a realidade da qual é imagem“.

A prova de que Deus nunca proibiu imagens, é que Ele próprio ordenou a Moisés que fabricasse imagens de dois Querubins e que também pintasse as suas imagens nas cortinas do Tabernáculo. Os querubins foram colocados sobre a Arca da Aliança. (Ex. 25,18s, Ex 37,7; 1 Rs. 6,23; 2 Cr. 3,10)

FONTE: Professor Felipe Aquino

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– O pontificado mais longo da história é o de São Pedro. Ele governou a igreja por 37 anos, entre os anos de 30 e 67. Alguns historiadores afirmam   que a data certa é de 42 a 67, mas esse tempo se refere apenas à permanência de São Pedro em Roma.

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Quem é e quais as atribuições do Decano do Colégio Cardinalício

O Decano do Colégio Cardinalício é eleito entre os cardeais que têm o título de uma igreja suburbicária, preside o próprio Colégio e é considerado primus inter pares. Compete a ele ordenar bispo o Papa eleito, caso este não o seja ainda.

O atual Decano do Colégio Cardinalício é o cardeal italiano Angelo Sodano (nomeado, em substituição ao Cardeal Joseph Ratzinger, em 29 de abril de 2005). Como o Cardeal Angelo Sodano tem mais de 80 anos e por isto é um cardeal não-eleitor, no Conclave o cardeal Decano será o Cardeal Giovanni Battista Re, o mais ancião dos cardeais eleitores e da ordem mais elevada que é a ordem dos bispos.

As suas funções do cardeal Decano durante a Sé Vacante, segundo a Constituição “Universi Dominici Gregis”, são as seguintes:

– presidir a Missa pro eligendo Romano Pontifice, que precede o início do Conclave;

– presidir as congregações gerais dos cardeais em preparação para a eleição do Pontífice (em sua ausência é o subdecano), salvo que não tenha mais o direito de eleger o Papa por ter alcançado o limite de 80 anos (art. 9);

– ler o juramento sobre a observância das prescrições contidas na Constituição Universi Dominici Gregis sobre a Sé Vacante (ar. 12);

– fazer as vezes do Camerlego caso esta sede esteja vacante na morte do Papa e na espera da eleição do novo (art. 15);

– tem a tarefa de dar a notícia a todos os Cardeais da morte do Pontífice, convocando-os para as congregações do Colégio (art. 19);

– convocar os cardeais eleitores para a eleição do novo pontífice (art. 38);

– no início dos atos da eleição, pronunciar a fórmula de juramento sobre a fidelidade às disposições da Constituição “Universi Dominici Gregis” (art. 53);

– no início dos atos da eleição, submeter ao Colégio dos eleitores, em primeiro lugar, a questão se se possa iniciar as operações da eleição, ou se é necessário ainda esclarecer dúvidas sobre as normas e as modalidades estabelecidas na Constituição Universi Dominici Gregis (art. 54)

– pedir o consenso do Pontífice eleito (art. 87);

– presidir a ordenação episcopal do Pontífice eleito caso este ainda não seja Bispo (art. 90);

– entregar o anel do pescador ao novo Papa na Missa do início de Pontificado. (JE)

Vaticano, 06/3/2013

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Saiba como se originou o conclave de cardeais para escolher ao Papa

VATICANO, 16 Fev. 13 / 11:06 am (EWTN Noticias).- O conclave, reunião em que os cardeais escolhem o Papa, o Vigário de Cristo na terra, origina-se de uma história pouco conhecida. Depois de uma longa espera de três anos os fiéis se cansaram da indecisão dos cardeais e decidiram encerrá-los sem calefação, com pão e água, até que um novo Pontífice.

O fato ocorreu na antiga sede papal de Viterbo (Lazio), transladada do Vaticano devido à hostilidade romana que abatia sobre eles ao redor do ano 1257.

Depois da morte do papa Clemente IV em 1268, os fiéis tiveram que passar quase três anos em Sede Vacante sem que os cardeais escolhessem um novo Pontífice porque não se colocavam de acordo.

O desespero levou os habitantes a tomarem medidas drásticas, e decidiram encerrar os cardeais com chave. Deste fechamento procede a palavra Conclave, “cum clave”, que significa “à chave”. A medida causou o efeito desejado e os cardeais eleitores se apressaram a escolher Gregório X.

O processo chegou a nossos dias, mas não de maneira tão estrita. Agora para a eleição do Papa, os cardeais se fecham a chaves na Capela Sistina do Vaticano. Mas podem sair em caso de enfermidade ou para deslocar-se a descansar todos juntos ao Domus Santa Marta, a residência cardinalícia dentro do Vaticano.

Durante este tempo de discernimento ninguém pode aproximar-se dos cardeais para não influir na votação.

Além disso, para participar como eleitores no conclave, os cardeais devem ter menos de 80 anos completos no dia em que a Sé de Roma fica vacante. Neste caso, seria 28 de fevereiro às 20h, tal como anunciou o Papa Bento XVI há poucos dias.

Diversos meios interpretaram mal esta data limite fazendo uma contagem de cardeais considerando o primeiro dia do Conclave, entre o 15 e em 20 de março, eliminando da eleição o Cardeal Walter Kasper (alemão), Presidente Emérito do Pontifício Conselho para a Unidade dos Cristãos e o Cardeal Severino Poletto (italiano), Bispo Emérito de Turim, que cumprem 80 anos nos primeiros dias de março.

O Padre Federico Lombardi confirmou que ambos os cardeais poderão participar do conclave e serão os únicos com 80 anos de idade.
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– Qual a diferença entre ‘Igreja’ e ‘Estado Vaticano’? Entenda



Cidade do Vaticano (RV) – O Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Padre Federico Lombardi, concedeu uma entrevista ao mensal italiano “Dom Orione Hoje”, explicando o ‘relacionamento’ a Igreja universal e o Estado Vaticano.

Pe. Lombardi adianta que “a Igreja respeita completamente a autonomia do Parlamento e os leigos cristãos oferecem sua contribuição política e civil de acordo com suas responsabilidades”. “A Igreja se limita a fornecer indicações para que seus fiéis vivam tais responsabilidades de modo correto, sempre de acordo com a doutrina social da Igreja” – frisou.

“Às vezes, quando estão em questão valores importantes para a dignidade da pessoa, a justiça e a paz, a Igreja local, ou até o Papa, fazem avaliações ou expressam publicamente sua preocupação” – completou.

Em relação ao exterior, o Diretor da Sala de Imprensa afirma que a Santa Sé mantém embaixadores – núncios – junto a governos de todo o mundo. “Através deles, o Papa intervém na tutela dos direitos da Igreja, indicando os caminhos morais a seguir para o bem da pessoa humana, do ponto de vista cristão, no papel de ‘autoridade moral internacional’”.

Sobre a diferença entre a Igreja ‘comunidade de fiéis’ e a Igreja ‘Estado’, Padre Lombardi explica que “o essencial é entender que Jesus continua a existir no tempo graças à fundação da Igreja, ou seja, da comunidade que vive de fé, de esperança e de caridade, encontrando na figura de Cristo o caminho para encontrar o Senhor”. “Tal comunidade – acrescenta – é liderada pelo Santo Padre, sucessor de Pedro, e pelos bispos, sucessores dos Apóstolos”.

“O que mais conta – conclui – é a ‘comunidade da Igreja’. O fato que o Papa seja o chefe de um Estado certamente ajuda, mas poderia tranquilamente não o ser. A existência do Estado Pontifício não é uma condição ‘sine qua non’”.
(CM)

– O nome Eucaristia significa ação de graças a Deus e vem das palavras “eucharistein” e “eulogein”, que relembram as bênçãos judaicas que proclamam as obras de Deus.

– O termo “Paráclito” é utilizado para descrever ao Espírito Santo e provém do grego “Paraklétos” que significa, ao mesmo tempo, “advogado” e “consolador”.

– Paulo em (2 Timóteo) 1,18) ora a Deus pelo seu amigo Onesíforo que já era falecido

– As procissões Religiosas tem fundamentações Bíblicas? (Josué 3,3 ;6,4) (Números 10,33-34)

O templo de Deus construído ricamente pelo rei Salomão estava cheio de imagens de escultura e Deus se manifestou nesse templo e o encheu de sua Glória? (Ezequiel 41, 17-20; 43, 4-6) E que havia imagens gigantes, leões etc.

– O próprio Deus mandou fabricar uma série de imagens e prometeu até falar no meio delas (Êxodo 25,22).

– O Batismo de Saulo foi feito no interior de uma casa em Damasco e não foi feito por Imersão (Atos 9, 11-18).

– Na Páscoa, o símbolo da luz associa-se ao conhecimento, a tomar consciência de algo novo frente à escuridão da ignorância. Por isso a luz é vida e salvação.

– O símbolo pascal do fogo é sinal da Luz de Cristo, que além de iluminar no meio das trevas, arde e queima como sinal de purificação.

– O Círio Pascal representa a Cristo ressuscitado, vencedor das trevas e da morte, Sol que não tem ocaso. Por isso se acende com fogo novo em completa escuridão.

– O nome “Bíblia” vem do grego “Biblos”, nome da casca de um papiro do século XI a.C.. Os primeiros a usar a palavra “Bíblia” para designar as Escrituras Sagradas foram os discípulos do Cristo, no século II d.C.

– A primeira Bíblia em português foi impressa em 1748. A tradução foi feita a partir da Vulgata Latina e iniciou-se com D. Diniz (1279-1325).

– Foi a Igreja Católica que fez o novo testamento. O novo testamento foi escrito pelos apóstolos e discípulos muitos anos depois da ressurreição de Jesus. A Igreja nasceu antes de o Novo testamento ser escrito, mas a Igreja Católica fundava comunidades eles eram fiéis aos ensinamentos, a tradição oralmente, ou você acha que eles estavam ensinando com uma bíblia nas mãos sem ser escrita, ou ela veio de para queda do céu, por isso a autoridade a igreja é maior, a Igreja não nasceu da bíblia escrita, só no ano de 51 foi escrito o primeiro livro do novo testamento, você acha que a igreja esperou a bíblia ser escrita para evangelizar pois levou 50 anos para terminar de serem escritos os livros , o ultimo o apocalipse no ano 100, não existe Bíblia sem Igreja Católica. Tem uma coisa ainda quem escolheu os livros que é Bíblia que seriam adotados foi a Igreja Católica, levou 200 anos para decidir os livros, mas você acha que a igreja esperou esses anos para ser Igreja? Não. Por isso nós cremos a igreja primeiro depois a Bíblia. Foi a Igreja Católica que escolheu os livros. “Foi a Tradição apostólica que fez a Igreja discernir que escritos deviam ser enumerados na lista dos Livros Sagrados”(DV 8; CIC,120). Portanto, sem a Tradição da Igreja não teríamos a Bíblia. Santo Agostinho dizia: “Eu não acreditaria no Evangelho, se a isso não me levasse a autoridade da Igreja Católica”(CIC,119). (Padre Paulo Ricardo)

– O termo “papa” é formado pela junção das primeiras sílabas de duas palavras latinas:
pater patrum – “pai dos pais”.
– O nome de Estevão não aparece no anuário porque morreu poucas horas depois da eleição.
– O pontificado de Urbano VII foi o mais curto da história da Igreja, durou 13 dias.

– O nome mais empregado é João (23 vezes), seguido por Gregório (16), Bento (16),
Clementino (14), Leão e Inocêncio (13) e Pio (12).

– O Bispo-Auxiliar, é um Bispo-titular da Igreja Católica, que tem a função de auxiliar o bispo diocesano.
– O Bispo-auxiliar, diferentemente do Bispo-coadjutor, não tem direito à sucessão. O Bispo diocesano deve nomear o bispo-auxiliar para Vigário-geral, ou pelo menos Vigário-episcopal.

– Professor Aquino conta que a tradição da troca de nomes surgiu com o Papa João I, no século VI, o qual se chamava Minerva, que era o nome de um deus pagão. A partir daí, os papas passaram a mudar de nome. Mas a mudança de nome tem também um significado: Na Bíblia, quando Deus muda o nome de alguém, Ele está dando-lhe uma função especial.(Conforme Gn 17, 5;Gn 35, 10-12;Mt 16, 16-19)

– O incenso tem vários significados. Quando arde simboliza o zelo que deve consumir aos fiéis; seu odor agradável simboliza o aroma da virtude e a Ascenção da fumaça simboliza nossa oração que se eleva a Deus.

– O título de Cardeal foi reconhecido por primeira vez durante o pontificado de Silvestre I (314-335). O termo vem da palavra latina cardo, que significa “dobradiça”.

– Ao princípio, o título de Cardeal se atribuía genericamente às pessoas ao serviço de uma igreja ou diaconia, reservando-o mais tarde aos responsáveis das Igrejas titulares de Roma e das igrejas mais importantes da Itália e do estrangeiro.

– O Colégio Cardinalício foi instituído em sua forma atual em 1150 e conta com um Decano, que se elege entre os cardeais que têm título de uma Igreja suburbicária, as sete dioceses mais próximas de Roma.

– O título de Cardeal adquiriu seu valor atual desde tempos do Papa Nicolás II em 1059 e gradualmente até 1438 com o Papa Eugênio IV.

– Os Cardeais são eleitores do Papa desde 1059, seguindo atualmente as orientações da Constituição Apostólica de João Paulo II “Universi Dominici gregis”.

– A cor branca na liturgia se utiliza principalmente no Natal e Páscoa, assim como em festas marianas, de santos e anjos. Simboliza a pureza e integridade da vida de fé.

– O Círio Pascal representa a Cristo ressuscitado, vencedor das trevas e da morte, Sol que não tem ocaso. Por isso se acende com fogo novo em completa escuridão.

– O incenso tem vários significados. Quando arde simboliza o zelo que deve consumir aos fiéis; seu odor agradável simboliza o aroma da virtude e a Ascensão da fumaça simboliza nossa oração que se eleva a Deus.

– A palavra penitência vem da tradução latina do grego metanoia, que significa conversão ou “mudança de espírito”.

-O Arcano São Rafael é o Patrono dos médicos e dos viajantes, pois foi enviado por Deus a ajudar a Tobias, quem estava cego.

-O pálio arcebispal é uma banda branca com aplicações negras e três pequenos cravos que simbolizam os cravos de Cristo.

-O incenso tem vários significados. Quando arde simboliza o zelo que deve consumir aos fiéis; seu odor agradável simboliza o aroma da virtude e a Ascensão da fumaça simboliza nossa oração que se eleva a Deus.

-O Alfa e o Omega são a primeira e última letras do alfabeto grego e se utilizam para simbolizar a eternidade de Deus e a divindade de Cristo, princípio e fim.

-Os seguidores de Jesus foram chamados “cristãos” recém desde o ano 43 na evangelização da Antioquia.

– O sacramento do matrimônio sempre existiu na Igreja, mas só após o século IV é que surgiu uma fórmula ou um rito do matrimônio e foi se formando uma Liturgia do matrimônio. Surgiu o costume de se colocar o véu na noiva, que recebia do sacerdote uma bênção especial. O véu era sinal de honra (1 Cor 11,2-5). O véu também era imposto às virgens que se consagravam a Jesus Cristo, já que elas contraíam uma união nupcial com o Senhor.

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