Notícias da Igreja

http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,papa-reafirma-que-so-igreja-catolica-pode-interpretar-a-biblia,456614,0.htm

Papa reafirma que só Igreja Católica pode interpretar a Bíblia

Ansa

VATICANO – O Papa Bento XVI reiterou com firmeza, em um encontro com estudantes e professores do Pontifício Instituto Bíblico, que apenas a Igreja Católica pode interpretar “autenticamente” a Bíblia.

“À Igreja é destinado o trabalho de interpretar autenticamente a palavra de Deus escrita e transmitida, exercitando a sua autoridade em nome de Jesus Cristo”, defendeu o papa, ao se reunir com cerca de 400 estudantes, funcionários e docentes em comemoração aos cem anos da fundação da entidade pontifícia.

Bento XVI também destacou que, sem a fé e a tradição da Igreja, a Bíblia torna-se um livro “lacrado”.

“Se as exegeses querem ser também teologia, é preciso reconhecer que a fé da Igreja é aquela forma de simpatia, sem a qual a Bíblia torna-se um livro selado: a tradição não fecha o acesso à Escritura, mas, sobretudo, o abre”, disse.

De acordo com o pontífice, “por outro lado, é da Igreja, nos seus organismos institucionais, a palavra decisiva na interpretação da Escritura”, sendo esta “uma única coisa a partir de um único povo de Deus, que tem sido seu portador através da história”.

“Ler a Escritura com união significa lê-la a partir da Igreja como seu lugar vital e acreditar na fé da Igreja como a verdadeira chave da interpretação”, explicou Bento XVI.

O papa relembrou também que o aumento do interesse pelo livro sagrado católico no decorrer deste século ocorreu graças ao Concílio Vaticano II, especificamente à constituição dogmática Dei Verbum sobre a Revelação Divina.

Entre os presentes na reunião estavam o prefeito da Congregação para a Educação Católica, cardeal Zenon Grocholewski, e o padre Adolfo Nicolás Pachón, da Companhia de Jesus.

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Novo documento da Santa Sé contra os abusos na Missa

2009 OUTUBRO 22

by Rafael Vitola Brodbeck

O Cardeal Cañizares entregou ao Papa ontem, 21 de outubro, uma cópia em latim do documento Compendium Eucharisticum, para ajudar os sacerdotes, ao redor do mundo, a celebrar mais piedosamente a Santa Missa.

Trata-se de uma coleção de materiais de estudo, orações e meditações, com o fim de que se promova um adequado culto litúrgico, impedindo os abusos na Missa. Desta vez, entretanto, ao invés de listar os erros e condená-los, são propostas reflexões que, se tomadas a sério, induzem a uma mentalidade mais coerente com o mistério celebrado, com a sacralidade que aquelas normas tanto pretendem resgatar.

No compêndio, fala-se das duas formas, igualmente dignas, do rito romano, e são transcritos os Ordinários da Missa, em latim, nessas mesmas duas formas. Também o Ofício da Solenidade de Corpus Christi, nas duas formas, em latim, é anexado, além de Missas votivas da Eucaristia, hinos e cânticos gregorianos, ladainhas, e o Rito da Exposição e Bênção do Santíssimo Sacramento.

As preces antes e depois da Missa, e as orações ao vestir os paramentos também estão lá, bem como excertos do Decreto sobre a Eucaristia do Concílio Ecumênico de Trento, da Imitação de Cristo, do Código de Direito Canônico, do Código de Cânones das Igrejas Orientais, e do Compêndio do Catecismo da Igreja Católica. Igualmente, comentários sobre as quatro orações eucarísticas da forma ordinária estão presentes.

Tomara que os padres brasileiros leiam e, os que ainda não fazem, passem a celebrar com a dignidade que requer não uma festa profana, tampouco uma mera reunião religiosa, mas o Santo Sacrifício da Missa, que torna a Cruz real e substancialmente presente sobre o altar. Que o latim seja valorizado, bem como toda a nossa rica tradição, e que a forma extraordinária seja disseminada na Terra de Santa Cruz, ao lado de uma forma ordinária cada vez mais fiel às rubricas.

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Quarta-feira, 07 de outubro de 2009, 08h57

Dom Raymundo é nomeado membro da Comissão para América Latina

O Arcebispo de Aparecida (SP) e presidente do Conselho Episcopal Latino Americano (Celam), Dom Raymundo Damasceno Assis, foi nomeado pelo Papa Bento XVI membro da Pontifícia Comissão para a América Latina (CAL). O mandato é de 5 anos.

Dom Damasceno está em Roma participando da II Assembleia Especial para o Sínodo da África. O Arcebispo de Mariana (MG) e presidente da CNBB, Dom Geraldo Lyrio Rocha, também foi nomeado membro da CAL.

A Pontifícia Comissão para a América Latina é um órgão da Santa Sé que tem a função de estudar os problemas doutrinais e pastorais referentes à vida e ao desenvolvimento da Igreja na América Latina.

FONTE: CNBB

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http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2009/09/19/milagre-da-liquefacao-do-sangue-de-sao-genaro-se-repete-767688270.asp

Milagre da liquefação do sangue de São Genaro se repete

NÁPOLES – O milagre da liquefação do sangue de São Genaro se repetiu, hoje, na catedral de Nápoles e foi anunciado, como acontece tradicionalmente, com o agitar de panos brancos. Os restos do santo descansam na catedral de Nápoles, onde o tradicional milagre, segundo a tradição católica, acontece três vezes por ano. Eram 9h57m da manhã quando Crescenzio Sepe, cardeal de Nápoles, cidade cujo padroeiro é São Genaro, anunciou aos fiéis a liquefação do sangue do santo que estava contido em um santuário, onde a maior parte do ano estava no estado sólido. Depois que concedeu permissão para que os fiéis beijassem o relicário, ele recomendou que todos tomassem as precauções de higiene e sanitárias por causa da gripe suína.

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Bento XVI contra padres na política

Bento XVI defendeu esta Quinta-feira, no Vaticano, que os padres devem “permanecer afastados” de um compromisso pessoal na política, campo que considerou reservado aos “fiéis leigos”.

A entrada dos padres na política, alertou, poderia comprometer “a unidade e a comunhão de todos os fiéis”.

Recebendo um grupo de Bispos do Nordeste do Brasil, o Papa defendeu que é “necessário evitar a secularização dos sacerdotes e a clericalização dos leigos”.

“Nessa perspectiva, portanto, os fiéis leigos devem empenhar-se em exprimir na realidade, inclusive através do empenho político, a visão antropológica cristã e a doutrina social da Igreja”, explicou.

Segundo Bento XVI, “é importante fazer crescer esta consciência nos sacerdotes, religiosos e fiéis leigos, encorajando e vigiando para que cada um possa sentir-se motivado a agir segundo o seu próprio estado”.

Aos 22 Bispos presentes, o Papa pediu maiores esforços para “despertar novas vocações sacerdotais e encontrar os pastores indispensáveis às vossas dioceses, ajudando-vos mutuamente para que todos disponham de presbíteros melhor formados e mais numerosos para sustentar a vida de fé e a missão apostólica dos fiéis”.

Bento XVI frisou que na Igreja nem todos têm a mesma função: “É isto que constitui a beleza e a vida do corpo”.

A falta de padres, afirmou, não é a verdadeira justificação para “uma participação mais ativa e numerosa dos leigos”. “Na realidade, quanto mais os fiéis se tornam conscientes das suas responsabilidades na Igreja, tanto mais sobressaem a identidade específica e o papel insubstituível do sacerdote como pastor do conjunto da comunidade, como testemunha da autenticidade da fé e dispensador, em nome de Cristo-Cabeça, dos mistérios da salvação”, apontou.

Internacional | Octávio Carmo | 2009-09-17 | 12:32:05 | 2344 Caracteres | Bento XVI, Brasil

© 2009 Agência Ecclesia. Todos os direitos reservados

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http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u611845.shtml

19/08/2009

11h14

Papa doa US$ 50 mil a vítimas de tufão Morakot na Ásia

da Ansa, na Cidade do Vaticano

O papa Bento 16 doou US$ 50 mil aos países da Ásia atingidos pelo tufão Morakot, em especial a Taiwan, considerada a nação mais devastada. A informação foi divulgada nesta quarta-feira pela agência de notícias Zenit.

Citando o jornal “China Post”, a agência informou que o papa enviou a doação no último dia 15, como gesto para estimular a solidariedade.

Na última semana, ao término de sua audiência geral, Bento 16 dirigiu uma mensagem às populações atingidas por Morakot nas Filipinas, em Taiwan, em algumas Províncias do sul da China e no Japão.

“Desejo manifestar minha proximidade espiritual àqueles que se encontram em condições de grave mal-estar e convido todos a rezarem por aqueles que perderam a vida”, afirmou o Papa na ocasião. “Espero que não lhes falte o alívio da solidariedade e a ajuda dos auxílios materiais”, completou.

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Caso da menina brasileira não muda ensinamento católico sobre aborto

Esclarecimento da Congregação para a Doutrina da Fé

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 10 de julho de 2009 (ZENIT.org).- Após as polêmicas surgidas sobre um artigo publicado no jornal vaticano pelo arcebispo presidente da Academia Pontifícia para a Vida sobre a menina brasileira que foi submetida ao aborto de gêmeos, a Santa Sé confirma que a doutrina da Igreja não mudou.

Explica-o um “Esclarecimento” publicado pela Congregação para a Doutrina da Fé, na edição diária de 11 de julho de L’Osservatore Romano, como o próprio documento explica, em resposta a “várias cartas, inclusive da parte de altas personalidades da vida política e eclesial, que informaram sobre a confusão que se criou em vários países, sobretudo na América Latina”.

“A Congregação para a Doutrina da Fé confirma que a doutrina da Igreja sobre o aborto provocado não mudou nem pode mudar”, sublinha o “Esclarecimento”.

O documento se refere ao artigo publicado pelo L’Osservatore Romano no dia 15 de março de 2009, com o título “A favor da menina brasileira”, no qual o arcebispo Rino Fisichella, presidente da Academia Pontifícia para a Vida, analisava o caso da menina que, aos 9 anos, vou estuprada repetidamente pelo seu jovem padrasto, ficando grávida de gêmeos e que depois foi obrigada a abortar no quarto mês de gestação.

No artigo, Dom Fisichella confirmava que “o aborto provocado sempre foi condenado pela lei moral”.

Pois bem, em resposta às crônicas publicadas pelos jornais, o arcebispo considerava que, segundo seu parecer, não era adequado que o bispo do lugar anunciasse de maneira tão pública e rápida a excomunhão – “algo que se aplica de maneira automática”, esclarecia – dos envolvidos, pois desta forma não se ajuda a mostrar o rosto materno da Igreja.

O “Esclarecimento” vaticano informa que, como foi possível saber depois, a menina “tinha sido acompanhada com toda delicadeza pastoral, em particular pelo então arcebispo de Olinda e Recife, sua excelência Dom José Cardoso Sobrinho”.

O próprio Dom Fisichella, em declarações posteriores à mídia, havia esclarecido que, antes de escrever o artigo, dada a urgência de responder rapidamente à enorme polêmica que havia sido suscitada, não tinha podido falar com Dom Cardoso Sobrinho, motivo pelo qual não estava informado deste fato.

O documento da Congregação para a Doutrina da Fé, cujo presidente é o cardeal americano Willian Levada, não entra nos detalhes concretos deste caso, mas se limita a ilustrar os textos de referência do magistério da Igreja sobre o aborto, em particular os números 2270-2272 do Catecismo da Igreja Católica.

O texto cita também várias passagens da encíclica Evangelium vitae, assinada por JoãoPaulo II no dia 25 de março de 1995, em particular o número 58, no qual se esclarece que o aborto provocado nunca pode ser justificado, ainda que aconteça em “situações difíceis e complexas”, seja para o bebê ou para a mãe.

No que se refere ao problema de determinados tratamentos médicos para preservar a saúde da mãe, o texto esclarece que “é necessário distinguir bem entre dois fatos diferentes: por um lado, uma intervenção que diretamente provoca a morte do feto, chamada em ocasiões de maneira inapropriada de aborto ‘terapêutico’, que nunca pode ser lícito, pois constitui o assassinato direto de um ser humano inocente”.

Algo totalmente diferente, continua indicando o “Esclarecimento”, é “uma intervenção não-abortiva em si mesma, que pode ter, como consequência colateral, a morte do filho”.

Para explicar este ensinamento da Igreja, a nota cita um famoso discurso de Pio XII, de 27 de novembro de 1951, no qual afirma: “Se, por exemplo, a salvação da vida da futura mãe, independentemente de seu estado de gravidez, requerer urgentemente uma intervenção cirúrgica, ou outro tratamento terapêutico, que teria como consequência acessória, de nenhum nenhum modo querida nem pretendida, mas inevitável, a morte do feto, um ato assim já não se poderia considerar um atentado direto contra a vida inocente”.

“Nestas condições, a operação poderia ser considerada lícita, igualmente a outras intervenções médicas similares, sempre que se trate de um bem de elevado valor –como é a vida– e que não seja possível postergá-la após o nascimento do filho, nem recorrer a outro remédio eficaz”, dizia o Papa Eugenio Pacelli nesse discurso.

No que se refere ao papel dos médicos nestes casos, o documento lhes recorda, com a Evangelium vitae (n. 89), “a intrínseca e imprescindível dimensão ética da profissão clínica, como já reconhecia o antigo e sempre actual juramento de Hipócrates, segundo o qual é pedido a cada médico que se comprometa no respeito absoluto da vida humana e da sua sacralidade”.

O documento vaticano não entra em detalhes sobre a aplicação automática da excomunhão no caso do aborto

© Innovative Media, Inc.

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Observatório do Vaticano quer aproximar ciência e catolicismo

29 de junho de 2009 • 13h02 • atualizado às 13h34

Esta imagem de uma galáxia espiral há 102 milhões de anos-luz de distância da Terra foi realizada pelo Telescópio do Observatório do Vaticano

Esta imagem de uma galáxia espiral há 102 milhões de anos-luz de distância da Terra foi realizada pelo Telescópio do Observatório do Vaticano
29 de junho de 2009
The New York Times

“Réquiem” de Fauré está tocando no fundo, seguido pelo quarteto de cordas Kronos Quartet. De vez em quando, a música é interrompida por um arpejo eletromecânico – como um refrão de jazz no clarinete – enquanto os motores guiando o telescópio giram para cima e para baixo. Uma noite de contemplação da galáxia está prestes a começar no observatório do Vaticano em Mount Graham.

“Entendi. Certo, é alegre”, diz Christopher J. Corbally, o padre jesuíta que é vice-diretor do Grupo de Pesquisa do Observatório do Vaticano, sentado na sala de controle fazendo ajustes. A idéia não é procurar por presságios ou anjos, mas sim realizar astronomia profissional que combate a percepção de que a ciência e o catolicismo estão necessariamente em conflito.

No ano passado, durante o discurso de abertura de uma conferência em Roma, chamada “Ciência 400 anos após Galileo Galilei”, o cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado do Vaticano, elogiou o antigo antagonista da Igreja como sendo “um homem de fé que viu a natureza como um livro escrito por Deus.”

Em maio, como parte do Ano Internacional da Astronomia, um centro cultural jesuíta em Florência, Itália, conduziu “uma reexaminação histórica, filosófica e teológica” do tema Galileo. Mas em um esforço para reabilitar a imagem da Igreja, nada fala mais alto do que um artigo de um astrônomo do Vaticano em periódicos como The Astrophysical Journal ou The Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.

Em uma noite clara de primavera no Arizona, o foco não está na teologia, mas na longa lista de tarefas mundanas que dão vida ao telescópio. Enquanto monitora o céu, o instrumento enorme desliza sobre um anel de óleo pressurizado. Bombas devem ser ativadas, medidores checados, computadores reiniciados. O sensor eletrônico do telescópio, similar ao de uma câmera digital, deve ser resfriado com nitrogênio líquido para evitar que os megapixels se distorçam com o imenso barulho.

Enquanto Corbally corre de estação em estação ligando interruptores e virando discos, ele se parece mais com um engenheiro de manutenção do que com um padre ou até mesmo um astrônomo. Finalmente, quando tudo está pronto, a luz estelar recolhida por um espelho de 1,82 metros é fragmentada em bits eletrônicos, que são reconstituídos como luz em sua tela de vídeo.

“Muito da observação nos dias de hoje é assistir a monitores e operar computadores”, Corbally diz. “As pessoas dizem, ‘Ah, deve ser tão bonito ficar lá fora olhando para o céu.’ Digo a elas que é ótimo se você gosta de ver TV.”

Vestindo jeans e uma camisa de trabalho, ele não é um homem que usa sua religião na manga. Nenhuma prece é feita antes de um rápido jantar na cozinha do observatório. Na verdade, o único sinal de que o Telescópio de Tecnologia Avançada do Vaticano é fundamentalmente diferente de outros em Mount Graham, lar do complexo astronômico internacional operado pela Universidade do Arizona, é uma placa dedicatória na porta.

“Essa nova torre para o estudo das estrelas foi erguida neste local pacífico”, lê-se em latim. “Que aquele que aqui buscar, noite e dia, pelos distantes confins do espaço use-a alegremente com a ajuda de Deus.” E é nesse momento que a religião acaba e a ciência começa.

O interesse da Igreja Católica Romana nas estrelas começou por preocupações puramente práticas, quando o Papa Gregório XIII no século XVI recorreu à astronomia para corrigir o fato do calendário juliano não estar em sincronia com o céu. Em 1789, o Vaticano inaugurou um observatório na Torre dos Ventos, que posteriormente foi realocado para uma colina atrás da Cúpula de São Pedro. Nos anos 1930, os astrônomos da Igreja se mudaram para o Castelo Gandolfo, a residência de verão do Papa.

Com a propagação pela zona rural da iluminação de Roma, do tipo elétrico, a Igreja começou a procurar por um topo de montanha em um canto obscuro do Arizona.

A construção em Mount Graham foi uma luta. Índios apaches afirmaram que o observatório era uma afronta aos espíritos da montanha. Ambientalistas disseram que ele era uma ameaça a uma subespécie do esquilo-vermelho.

Ocorreram protestos e ameaças de sabotagem. Foi apenas em 1995, três anos após o edito da Inquisição contra Galileo ter sido revogado, que o novo telescópio do Vaticano fez suas primeiras observações científicas.

O alvo recente do telescópio foram as três galáxias espirais – números 3165, 3166, 3169 no Católogo de Objetos NGC – a cerca de 60 milhões de anos-luz da Terra, localizadas ligeiramente ao sul da constelação de Leão. Sentada em uma escrivaninha perto de Corbally estava Aileen O’Donoghue, uma astrônoma da Universidade St. Lawrence em Canton, Nova York, que está interessada em saber como essas massas gravitacionais puxam umas às outras, criando o equivalente estelar das marés.

“Expondo, 30 minutos”, ela diz. Enquanto canções célticas tocam na sala de controle, dados são armazenados em hard drives e uma coluna de números passa por sua tela de computador. O’Donoghue, de criação católica, é autora de “The Sky Is Not a Ceiling: An Astronomer’s Faith” (“O céu não é um teto: a fé de um astrônomo”, em tradução livre), no qual ela descreve como perdeu e então redescobriu Deus “na vastidão, estranheza, abundância, aparente falta de sentido e até mesmo violência desse universo inacreditável.”

Em pessoa, ela não é nem de perto tão intensa. Enquanto esperava uma imagem se formar na tela, ela foi até a varanda para olhar o céu não processado. No aglomerado de estrelas chamado “Presépio”, uma das coisas que Galileo viu com seu telescópio, está a brilhante constelação de Câncer. Ao lado dela, está a constelação de Leão, onde O’Donoghue procura por marés gravitacionais.

“É o céu de verdade que importa,” O’Donoghue diz. Ela descreve como faz seus alunos de graduação irem para fora olhar a Ursa Maior em diferentes pontos da noite. Eles voltam e dizem, ‘Ela se move!’” – palavras que Galileo lendariamente pronunciou após ter sido forçado a desmentir sua descoberta. “Você pode dizer aos alunos que a Terra está em rotação, mas até eles verem com seus próprios olhos, eles não estão fazendo ciência”, ela disse. “Seria a mesma coisa que ensinar teologia e a Escritura.”

De volta à sala de controle, O’Donoghue explica como as marés gravitacionais que está estudando poderiam ser berçários estelares. Quando uma galáxia toca outra, nuvens de gás são misturadas tão violentamente que dão vida a estrelas.

No relatório anual do Observatório do Vaticano, na parte em que uma corporação descreveria sua estratégia de negócio, está uma seção que delineia a diferença entre creatio ex nihilo (criação a partir do nada) e creatio continua: “o fato de que a cada instante, a existência contínua do próprio universo é deliberadamente determinada por Deus, que, desta forma, continuamente faz com que o universo permaneça criado.”

Teólogos chamam isso de “causas primárias”, aquelas que fluem a partir de um propulsor impassível. No topo dessa plataforma eterna está outra camada, “as causas secundárias”, que podem ser seguramente deixadas a cargo da ciência.

Corbally e O’Donoghue continuam trabalhando noite afora, coletando dados sobre causas secundárias – marés galácticas, nascimentos de estrelas. O descanso terá que esperar até a manhã e os pensamentos sobre as causas primárias ficarão para outra hora.

Tradução: Amy Traduções

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27/06/2009 16.42.57

CARDEAL HUMMES: “NÃO HÁ LUGAR PARA PEDÓFILOS NO MINISTÉRIO SACERDOTAL”

Cidade do Vaticano, 27 jun (RV) – O prefeito da Congregação para o Clero, Cardeal Cláudio Hummes, qualificou a pedofilia como “um crime terrível”. Reconhecendo que a questão afeta 4% do clero, o purpurado precisou, todavia, que “não há lugar no ministério sacerdotal, para as pessoas que cometem tais crimes”.

Em entrevista à revista “Vida Nova”, o cardeal assinala que a Igreja “não pode fechar os olhos” diante desse problema. “Os culpados devem ser castigados, tanto pelas leis da sociedade civil quanto pelas normas canônicas” – sublinhou, ressaltando, porém, que a maioria do clero é “estranha a esse problema”.

O Cardeal Hummes disse que a Igreja “deve reagir e não aceitar” essa imagem do sacerdote católico; uma imagem formada a partir de um “preconceito negativo muito forte, que humilha e fere a imensa maioria dos sacerdotes”.

Falando acerca do celibato − condição que alguns sacerdotes não respeitam − o purpurado fez questão de precisar que a grande maioria dos presbíteros é formada por “homens dignos e honrados”, que “defendem a dignidade humana, os direitos humanos, a justiça social e a solidariedade para com os pobres”. (AF)

FONTE: Rádio Vaticano – RV

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Vaticano pode abrir sarcófago de São Paulo

Agência ANSA

CIDADE DO VATICANO – O cardeal Andrea Cordero Lanza de Montezemolo, arcipreste da Basílica de São Paulo Fora dos Muros, afirmou que o Vaticano analisa a ideia de abrir o sarcófago do apóstolo São Paulo.

- Há tempos se pensa na abertura do sarcófago de São Paulo. O papa não exclui a hipótese de um dia ordenar uma análise da tumba – contou o cardeal, ressaltando, no entanto, que é preciso considerar que o túmulo data de séculos passados e nunca foi aberto.

Montezemolo explicou que a abertura do sarcófago seria um ‘trabalho pesado, já que é enorme, e levaria à demolição do altar da Basílica de São Paulo Fora dos Muros’, localizada no Vaticano.

Em 2006, a Santa Sé anunciou a descoberta do sarcófago, depois de anos de escavações arqueológicas na basílica dedicada ao apóstolo. Acreditava-se que São Paulo tinha sido enterrado no local, mas não havia confirmações disto.

Segundo o arcipreste da Basílica de São Paulo Fora os Muros, alguns especialistas tentaram introduzir no túmulo aparelhos microscópicos sofisticados. No entanto, não foi possível concluir os trabalhos “porque o sarcófago tem uma espessura de 25 centímetros e não passa nada”.

São Paulo é o nome apostólico de Saulo, nascido na cidade de Tarso, e é considerado uma das figuras mais importantes do cristianismo.

Na última sexta-feira, o papa Bento XVI encerrou o Ano Paulino, período litúrgico dedicado aos dois mil anos do nascimento de São Paulo.

O Ano Paulino, iniciado em junho de 2008, foi marcado por uma série de eventos religiosos de exaltação e reflexão dos trabalhos do apóstolo.

10:55 – 26/06/2009

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” Fé e cosmos” em debate no Vaticano – 24/06/2009

O Pontifício Conselho para a Cultura e o Observatório Astronômico Vaticano promove esta quarta-feira o Seminário “Fé e Cosmos”.

Este encontro integra uma conferência internacional de duração de uma semana, organizada pelo Observatório, no contexto do Ano Internacional da Astronomia. Intitulada “Astronomia, terreno comum para compartilhar as dúvidas da humanidade”, o evento se realiza a dois anos, e reúne, como oradores, ex-alunos da Escola de Verão do Observatório.

Do Seminário, participa o presidente do Pontifício Conselho, Dom Gianfranco Ravasi, que irá proferir uma palestra intitulada “No princípio, Deus criou o céu e a terra. A cosmologia bíblica”.

Um professor da Universidade de Milão, Marco Bersanelli, irá referir-se à “Beleza e vastidão do cosmos”. O Pe. George Coyne, diretor emérito do Observatório Astronômico, vai abordar o tema “A vida no universo: que maravilha, quantas dúvidas!”.

FONTE: Rádio Vaticano

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Campanha da Fraternidade 2011: escolhidos o tema e o lema

Aconteceu nos dias 15 e 16 a reunião do Conselho Episcopal de Pastoral da CNBB (Consep), em Brasília. Esta reunião teve o intuito de avaliar a Campanha da Fraternidade 2009 (CF) “Fraternidade e Segurança Pública” e escolher os temas e lemas para a Campanha de 2011.

“A reunião acontece todos os anos e tem como finalidade avaliar a campanha do ano corrente, apresentar a campanha do ano seguinte e a escolha do tema e do lema para a campanha de dois anos depois”, afirmou o secretário executivo da CF, padre José Adalberto Vanzella.

Ficou escolhido então que em 2011 o tema será “Fraternidade e a vida no planeta” e o lema “A criação geme em dores de parto”. E em 2010, a Campanha será ecumênica e terá como tema “Economia e vida” e lema “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro”, escolhido no ano passado.

A avaliação da CF 2009 é feita pelo Consep, juntamente com os responsáveis pela Campanha da Fraternidade nos Regionais e pelos assessores da CNBB.

O padre José Vanzella, apresentou os números da avaliação colhidos a partir de questionários enviados às dioceses e regionais. A análise dos dados, enviados pela internet, teve o auxílio da professora da Universidade Católica de Brasília (UCB), Maria Valéria. O resultado mostra que a Campanha foi realizada com êxito e que a Via Sacra foi um dos subsídios mais usados pelas paróquias.

Uma preocupação do Consep foi o baixo número de dioceses que participaram da avaliação, apenas 17% respondendo ao questionário. Segundo padre Vanzella, esse número aumentou em relação ao ano passado.

Ainda de acordo com o padre Vanzella, após a escolha dos temas o próximo passo será a realização de um seminário que acontecerá nos dias 10 e 11 de setembro, na sede da CNBB em Brasília, para estabelecer os assuntos e as estruturas para a Campanha de 2011 e, posteriormente, apresentá-las para aprovação dos bispos.

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Bento XVI condena  “pecados” dos padres

Ano Sacerdotal inaugurado no Vaticano, diante das relíquias do Santo Cura d’Ars

Bento XVI condenou esta Sexta-feira, no Vaticano, os “pecados dos pastores” da Igreja e pediu fidelidade aos que foram consagrados neste ministério. O Papa assinalava a abertura do Ano Sacerdotal, por ele convocado no 150.º aniversário do Santo Cura d’Ars, João Maria Vianney.Na homilia da celebração de Vésperas e diante da relíquia do coração do Cura d’Ars, o Papa disse aos padres presentes que “a nossa missão é indispensável para a Igreja e para o mundo” e que a mesma exige “fidelidade”.

“Nada faz sofrer tanto a Igreja como os pecados dos seus pastores”, assinalou Bento XVI, numa cerimónia que decorreu na Basílica de São Pedro e para a qual estavam convidados os sacerdotes de todo o mundo.

Ao recordar as “promessas sacerdotais” que se pronunciam no dia da ordenação, o Papa alertou para os padres que se tornam “ladrões de ovelhas, seja porque as desviam com as suas doutrinas privadas, seja porque as sufocam com laços de pecado e de morte”.

Neste contexto, deixou um apelo à “conversão e ao recurso à Divina Misericórdia” para esconjurar o “terrível risco de prejudicar os que somos obrigados a salvar”.

O Papa falou do “coração de Deus”, “um Deus que se comove”, e da “ingratidão” com que o seu amor é várias vezes recusado. “O coração de Cristo expressa o núcleo essencial do Cristianismo”, indicou, aludindo a festa celebrada. Para Bento XVI, em Jesus está “toda a novidade revolucionária do Evangelho, o amor que nos salva e nos faz viver já na eternidade de Deus”.

Mais à frente, lembrou a “bela e comovente afirmação” do Cura d’Ars, que dizia que “o sacerdócio é o amor pelo coração de Jesus”. “Nós presbíteros fomos consagrados para servir, com humildade e autoridade, o sacerdócio comum dos fiéis”, indicou.

Bento XVI desafiou os presentes a fazer deste Ano Sacerdotal “uma ocasião para crescer na intimidade com Jesus, que conta connosco, seus ministros, para difundir e consolidar o seu reino”, sendo no mundo de hoje “mensageiros de esperança, reconciliação e de paz”.

“Para ser ministros ao serviço do Evangelho é útil, certamente, o estudo com uma apurada e permanente formação pastoral, mas é ainda mais necessária a ‘ciência do amor’ que se aprende só no ‘coração a coração’ com Cristo”, advertiu.

A Igreja, disse o Papa, “tem necessidade de sacerdotes santos, que ajudem os fiéis a experimentar o amor misericordioso do Senhor e sejam testemunhas convictas”.

No início da celebração, Bento XVI proclamou a oração para o ano sacerdotal, pedindo que “por intercessão do Santo Cura d’Ars, as famílias cristãs se tornem ‘pequenas igrejas’, nas quais as vocações e todos os carismas, dados pelo Espírito Santo, possam ser acolhidos e valorizados”.

Internacional | Octávio Carmo | 2009-06-19 | 18:09:01 | 3519 Caracteres | Ano Sacerdotal, Bento XVI

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http://jbonline.terra.com.br/pextra/2009/06/04/e040613416.asp

Vaticano reativará super acelerador de partículas

Agência ANSA

GENEBRA – O Vaticano negocia uma parceria entre seu laboratório de astronomia, o La Specola, e o Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern), para reativar o acelerador de partículas LHC no segundo semestre deste ano.

O cardeal Giovanni Lajolo, presidente da Pontifícia Comissão para o Estado da Cidade do Vaticano, visitou o Cern, em Genebra, nos últimos dias. Ele se reuniu com o diretor-geral do centro, Rolf Heuer.

- O conhecimento sobre a origem do universo não pode deixar de interessar também a quem lida com as relações entre a fé e a razão – explicou o sacerdote.

O LHC, maior acelerador de partículas do mundo, foi colocado em funcionamento no dia 10 de setembro do ano passado, mas teve de ser desativado nove dias depois.

O equipamento apresentou um problema em um de seus supercondutores, que tinha a função de conduzir as partículas ao longo de seus 27 quilômetros.

O custo final para reparar o defeito é estimado entre US$ 26 milhões e US$ 35 milhões, de acordo com a direção do projeto.

Calcula-se que o investimento feito ao longo dos 12 anos de construção do acelerador de partículas tenha sido de 3,76 bilhões de euros.

17:21 – 04/06/2009

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Rio pode ser sede da JMJ 2013

Thiago Camara

20/05/2009

A cidade do Rio de Janeiro pode tornar-se candidata a sede da Jornada Mundial da Juventude, em 2013. Durante discurso na terça-feira dia 19 de maio, no lançamento do Christmas Festival – Circuito de Presépio, o governador do estado Sérgio Cabral mostrou interesse em apoiar a proposta feita pelo Arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, em conversa com o prefeito Eduardo Paes, antes da solenidade no Palácio da Cidade, em Botafogo.

- Essa cidade não se cansa de disputar candidaturas. Dom Orani estava lá na sala do prefeito pedindo o meu apoio e o dele e nós vamos assinar para que o Rio de Janeiro seja sede da Jornada Mundial da Juventude em 2013, com a presença do Papa, adiantou Cabral.

Depois de fazer discurso na abertura do Christmas Festival, Dom Orani Tempesta falou, com exclusividade ao Portal da Arquidiocese, que vê no evento uma oportunidade de evangelização.

- O presépio traz a mente das pessoas tudo o que é o mistério da encarnação e espalhado pelo Rio de Janeiro, esperamos que tanto ajude a todos a buscarem esse Cristo que nasceu para nós, como também estimule as pessoas a fazerem o bem cada vez mais, iluminados pelo Cristo.

O Christmas Festival foi lançado na noite desta terça-feira e a partir de 22 de novembro o Rio de Janeiro receberá 50 presépios em tamanho natural espalhados por praças, shoppings, aeroportos. Tânia Lemos, organizadora do evento, explica que o Christmas Festival é algo inusitado em todo mundo.

- Convidamos 15 artistas plásticos e outros já podem se inscrever através do site do evento. Nós temos uma curadoria que é da Associação Cultural da Arquidiocese do Rio de Janeiro que com um grupo de curadores selecionarão os outros 35 projetos, com isso estamos dando oportunidade a novos talentos.

Responsável pela Arte Sacra na Arquidiocese do Rio de Janeiro, Mons. José Roberto Devellard acredita que o evento ajude a valorizar o Natal como a festa do nascimento de Jesus.

- Não fazemos mais do que nossa obrigação em apoiar um evento como este. O que desejamos mais é que Jesus Cristo seja conhecido. Esta é uma oportunidade única para que isso aconteça.

FONTE: Arquidiocese do Rio de Janeiro

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30/04/2009 10.39.29

MANIFESTO DOS BISPOS EM FAVOR DA FAMÍLIA

FONTE: Rádio Vaticano
Itaici, 30 abr (RV) – Os bispos reunidos em Itaici, Indaiatuba (SP), aprovaram no final da tarde de quarta-feira, 29, o Manifesto em favor da família.

No Manifesto, a CNBB reafirma, entre outras coisas, a primazia da família. “A família tem prioridade em relação ao Estado e à sociedade, pois ela é a primeira e mais decisiva fonte onde se transmitem a vida e o seu significado e se experimentam os valores humanos para alcançar o bem da comunidade” – lê-se no texto.

No próximo dia 24 de maio, a Comissão Episcopal para a Vida e a Família da CNBB realizará uma grande peregrinação nacional em favor da família. Leia, abaixo, a íntegra do Manifesto.
Manifesto em favor da família Nós, Bispos do Brasil, reunidos na 47ª Assembleia Geral da CNBB, em Itaici, Indaiatuba (SP), nos dias 22 de abril a 1º de maio de 2009, a caminho da “Peregrinação Nacional em Favor da Família” ao Santuário Nacional de Aparecida, dia 24 de maio de 2009, nos deparamos com constantes ameaças à vida e à família. À luz da Palavra de Deus, do Magistério da Igreja e da experiência humana, reafirmamos que:

Deus criou o ser humano à sua imagem e semelhança, homem e mulher ele os criou (cf. Gn 1,27), destinando-os à plena realização na comunhão de vida, de amor e de trabalho. Por essa razão, o matrimônio e a família constituem um bem para os esposos e a sociedade. O amor conjugal aberto à geração e educação dos filhos proporciona a experiência de paternidade e maternidade através das quais os pais se tornam colaboradores do Criador. “O futuro da humanidade passa pela família” (João Paulo II);

O Estado e outras organizações civis estão a serviço, defesa e promoção da vida e da família. Ela é sujeito titular de direitos naturais e invioláveis. Sua legitimação se encontra na natureza humana e não no reconhecimento do Estado. A família tem prioridade em relação ao Estado e à sociedade, pois ela é a primeira e mais decisiva fonte onde se transmitem a vida e o seu significado e se experimentam os valores humanos para alcançar o bem da comunidade.

A família goza do direito de ser assistida por políticas públicas governamentais e sociais que possibilitem o seu acesso à vida digna, à alimentação, à saúde, à moradia, ao salário justo, à educação e escola para os filhos, à formação profissional, ao descanso, ao lazer e à infra-estrutura sanitária;

Cabe ao Estado proteger a família estável fundada no matrimônio, não por razões religiosas, mas porque ela gera relações decisivas de amor gratuito, cooperação, solidariedade, serviço recíproco e é fonte de virtudes para uma convivência honesta e justa;

Os meios de comunicação, os poderes públicos, os profissionais de saúde, as universidades, o sistema educacional, as empresas, as instituições e os organismos não-governamentais e todas as igrejas são conclamados a promover os valores da família e agirem como seus amigos;

A Pastoral Familiar, Movimentos, Serviços e Institutos sejam uma força intensa e vigorosa para anunciar o “Evangelho da vida e da família” e acolher aquelas que se encontram em situações especiais. Na verdade, a família contribui para que todos os povos reconheçam os laços fraternos que os unem, pois o mundo é chamado a ser uma grande família, um mundo de irmãos.

Pedimos a Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Padroeira do Brasil, que abençoe e acompanhe a família brasileira a fim de que nela habitem a fé, a esperança e o amor tão próprios da Sagrada Família de Nazaré. “Dobremos os joelhos diante do Pai, de quem toda família no céu e na terra, recebe seu verdadeiro nome” (Ef 3,15).

Itaici, Indaiatuba-SP, 29 de abril de 2009

Dom Geraldo Lyrio Rocha
Arcebispo de Mariana-MG
Presidente da CNBB

Dom Luiz Soares Vieira
Arcebispo de Manaus-AM
Vice-Presidente da CNBB

Dom Dimas Lara Barbosa
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro-RJ
Secretário-geral da CNBB

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Papa explica sentido da Semana Santa

Bento XVI explicou esta Quarta-feira o itinerário do Tríduo Pascal, o conjunto de celebrações mais importante do ano para a Igreja, “que que nos oferece a oportunidade para actualizar os mistérios centrais da Redenção”.

“A partir da tarde de amanhã, com a Missa da Ceia do Senhor, os solenes ritos litúrgicos nos ajudam a meditar de forma mais viva a paixão, morte e ressurreição do Senhor”, disse.

Na audiência geral desta semana, o Papa sublinhou que a Missa Crismal deste ano, em que se abençoam o óleo dos catecúmenos e dos enfermos e se consagra o Santo Crisma, “tem um significado particular, pois será quase como uma preparação ao Ano Sacerdotal, que eu convoquei por ocasião dos 150 anos da morte de Santo Cura de Ars, e que terá início no próximo dia 19 de Julho”.

Sobre a celebração da Ceia do Senhor, Quinta-feira à tarde, o Papa recordou que “esta celebração nos convida a dar graças a Deus pelo dom da Eucaristia, que devemos acolher com devoção e adorar com fé”.

Por sua vez, a Sexta-feira Santa, “comemorando a paixão e morte de Jesus na cruz, é um dia de tristeza, mas ao mesmo tempo o momento propício para despertar a nossa fé, reforçar a nossa esperança e coragem para levarmos a nossa cruz, com humildade e confiança em Deus, na certeza do seu apoio e da sua vitória”.

Finalmente, “no grande silêncio do Sábado Santo, a Igreja vela em oração, partilhando os sentimentos de Maria – de sofrimento e de confiança em Deus”.

“Este recolhimento vai-nos conduzir à Vigília pascal, onde explodirá a alegria da Páscoa. Será então proclamada a vitória da luz sobre as trevas, da vida sobre a morte e a Igreja se alegrará pelo reencontro com o seu Senhor”, indicou.

Na saudação aos diversos grupos de peregrinos presentes na Praça São Pedro, Bento XVI dirigiu-se aos participantes no Encontro Internacional UNIV, promovido pelo Opus Dei, exortando-os a responderem com alegria ao chamado do Senhor para dar um sentido à sua vida, através do estudo, no relacionamento com os colegas, em família e na sociedade. “

Aos peregrinos de língua portuguesa, o Papa deixou “os votos mais cordiais de uma feliz e santa Páscoa para cada um dos presentes, suas famílias e comunidades de estudo e de fé. Possam os dias do Tríduo Pascal fortalecer em todos a esperança e a coragem de levar a sua cruz com humildade, confiança e abandono em Deus, certos do seu apoio e da sua vitória. Com estes votos, dou-vos a minha Bênção Apostólica”.

Internacional | Agência Ecclesia| 08/04/2009 | 11:37 | 2456 Caracteres | 149 | Bento XVI

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Epidemiologista de Harvard diz que só preservativos não resolvem problema da Aids

Publicado 2009/03/28
Fonte: Gaudium Press

Bolívia (Sábado, 28-03-2009, Gaudium Press) “Não se pode resolver o flagelo da Aids com a distribuição de preservativos: ao contrário, o risco que se corre é o de aumentar o problema”. As palavras do Papa em Camarões, na primeira etapa de sua primeira visita à África, geraram polêmica planetária e suscitaram críticas de políticos, médicos e ONGs de diversos países. Apesar disso, alguns cientistas foram no sentido oposto ao de outros colegas, defendendo que Bento XVI não estava totalmente equivocado em suas declarações sobre a eficácia dos profiláticos. “A camisinha, por si só, não é a solução”, corroboraram.

Um desses cientistas é Edward C. Green, principal especialista em epidemiologia e Aids da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Em abril do ano passado afirmou à revista de pensamento “First Things” que a Aids havia sido reduzida em Uganda, Quênia, Haiti, Zimbábue, Tailândia e Camboja, e em zonas urbanas da Costa do Marfim, Etiópia, Zâmbia, e Malauí. Segundo ele, o comum entre todos estes lugares é que se havia reduzido o número de casais, aumentado a fidelidade, a monogamia e a abstinência.

Essa linha de tratamento fora defendida em 2004, quando foi traçado e publicado o “consenso Lancet” na revista médica “The Lancet” – a mesma que nesta semana pediu que o Papa se retratasse pelas declarações na África. Por meio dela, 140 especialistas de 36 países estabeleciam o ‘ABC’ (Abstinência”, “Be faithful” (seja fiel) e “Condom” (preservativo)) como linha comum de atuação no combate à epidemia.

O consenso deixava claro que o mais eficaz era o dueto “AB” e que o preservativo não eliminava o risco, mas apenas o reduzia. Em outra recente entrevista para o “National Review Online”, Green explicou a “compensação do risco”:

“Quando se usa uma tecnologia de redução de risco, como no caso do preservativo, para os benefícios do tratamento frequentemente se perdem, e se assume um risco maior que se alguém não usar essa tecnologia”, explica. “Também me dei conta de que o Papa disse que a monogamia era a melhor resposta à Aids na África. Nossas investigações mostram que a redução do número de casais é a mais importante mudança de comportamento associada à redução das taxas de contágio da Aids na África”, afirma.

Segundo Green, o mais eficaz para a África é educar para a abstinência e a monogamia, como, afirma, demonstram há anos Uganda e, recentemente, Quênia, países que investiram nesses valores e viram os contágios serem reduzidos. O epidemiologista sustenta que o modelo na luta contra a Aids é o de Uganda, onde o governo local adotou um programa nos anos 80 que dizia “fique com o seu parceiro ou seja fiel”.

“Ali, os programas tentaram modificar os comportamentos sexuais em um nível mais profundo. E funcionaram”, conclui.

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Preservativo não foi solução para AIDS na África do Sul

Um vídeo confirma as palavras do Papa
JOHANNESBURGO, quarta-feira, 25 de março de 2009 (ZENIT.org).- Um novo site oferece documentários nos quais se mostra como é possível lutar contra a AIDS desde uma perspectiva cristã e mostra como, a partir da experiência sul-africana, o preservativo não está detendo a epidemia.

A iniciativa, recém-lançada na rede, publica os documentários audiovisuais, produzidos por Metanoia Media, «Semear entre lágrimas», merecedor de vários prêmios, assim como «Chegou a mudança», no qual se apresentam imagens e testemunhos inéditos dos ativistas católicos na luta contra a AIDS, na África do Sul e na Uganda.

Norman Servais, diretor da companhia de produção sul-africana, explicou à Zenit que «meu país, como se sabe, é a capital mundial da AIDS, de maneira que podem falar-nos de preservativos, se quiserem, mas nós lhes responderemos que não são a solução».

O bispo Hugh Slattery, de Tzaneen, na África do Sul, promoveu a produção destes vídeos como parte de um programa para responder à AIDS a partir de uma perspectiva católica.

Em uma entrevista com Zenit, Dom Slattery explica que o objetivo do segundo documentário consiste em mostrar que «a abstinência antes do casamento e a fidelidade no casamento deterão rapidamente a difusão da AIDS».

Um terceiro documentário da série, «Chamados a prestar ajuda», enfrentará o tema da «assistência aos enfermos, aos que vão morrer, e aos órfãos da AIDS», explica o produtor.

O quarto vídeo, que será divulgado ao final deste ano, mostrará «o casamento e a família como a autêntica solução à pandemia da AIDS».
Mais informação em http://www.catholicportal.co.za/AIDS/The_Change_Is_On.htm
Data da publicação: 25/03/2009

FONTE: Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br

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Vaticano publicará novo documento sobre a Internet – 25/03/2009 – 09:46

O Pontifício Conselho das Comunicações Sociais está preparando um documento sobre a Internet, ressaltando o grande potencial da rede no campo da evangelização e alertando para os riscos que podem derivar da utilização indevida.

“Considerando o desenvolvimento deste meio – explica o Arcebispo Claudio Maria Celli, Presidente do Pontifício Conselho – começamos a refletir sobre um novo documento. Resumindo, será uma atualização da Instrução Pastoral Aetatis Novae, escrita em 1992, quando a Internet praticamente não existia”. Para Dom Celli, “as novas tecnologias induzem a novos comportamentos, novas sensibilidades”. “Assim sendo – esclarece, numa entrevista concedida ao Serviço de Informação Religiosa – embora os princípios fundamentais da Aetatis Novae permaneçam válidos, novas orientações são necessárias”.

Fonte: Radio Vaticano

http://www.acidigital.com/noticia.php?id=15587

Campanhas a favor do preservativo só desinformam sobre o AIDS, advertem médicos

BUENOS AIRES, 24 Mar. 09 / 10:25 am (ACI).- O Consórcio de Médicos Católicos de Buenos Aires, aderiu-se às palavras do Papa Bento XVI sobre a epidemia do HIV-AIDS e indicou que as campanhas a favor do uso dopreservativo “induzem a engano” porque “ocultam informação e não colabora à prevenção”.
Através de um comunicado, o consórcio advertiu que as campanhas de saúde
“apoiadas na distribuição de preservativos para evitar o AIDS”, contribuem mas bem “a uma maior difusão das condutas de risco, já que implicam que as autoridades sanitárias estão dando sua aprovação às condutas e estilos devida que são responsáveis pela epidemia”.
Por isso, o texto lamentou “os dizeres de algumas autoridades de saúde que consideram ‘perigosas’ as declarações do Papa Bento XVI. Pareceria que quer impor totalitariamente um pensamento único, politicamente correto, desdenhando os dados que a ciência nos proporciona”.
Nesse sentido, os médicos católicos lembraram que a mesma Organização Mundial da Saúde, em um estudo de 2000 afirmou que o preservativo tem uma taxa de falha de 14 por cento.
“Ao mesmo tempo -acrescentou-, a Internacional Planned Parenthood Federation (IPPF), uma das promotoras das campanhas chamadas de sexo seguro, situa a taxa de falha no 30%, e a esta se deve acrescentar que ‘o risco de contrair AIDS durante o chamado ‘sexo protegido’ se aproxima a 100% na medida que o número de relações sexuais se incrementa’”.
Do mesmo modo, advertiu que “devido à promiscuidade sexual que alentam as campanhas chamadas de ‘sexo seguro’, tornaram a aparecer enfermidades de transmissão sexual que se acreditavam quase extintas”.
Por isso, os médicos católicos respaldaram as palavras de Bento XVI de que a solução à epidemia do AIDS passa por humanizar a sexualidade, “uma renovação espiritual e humana que tenha aparelhada uma forma nova de comportar-se”.
Finalmente, chamaram “os médicos, educadores, pais de família e às autoridades públicas para que entre todos voltemos a valorar a ordem natural, sem concessões ao ‘mal menor’, vivendo e difundindo um comportamento realmente humano apoiado no exercício das virtudes da moderação, a castidade e a continência”.


VATICANO CONFIRMA POSIÇÃO DA IGREJA CATÓLICA EM RELAÇÃO AOS PRESERVATIVOS

ROMA, 18 MAR (ANSA) – O Vaticano confirmou a posição da Igreja católica em relação ao uso de preservativos contra a Aids, “não considerando que a apostar essencialmente por uma ampla difusão dos preservativos seja realmente o melhor caminho”.
“A Igreja concentra o seu empenho não considerando que a apostar essencialmente por uma ampla difusão dos preservativos seja realmente o melhor caminho, mais prudente e eficaz para combater o flagelo da Aids e guardar a vida humana”, diz o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, em uma nota que visa esclarecer a posição da Santa Sé em relação ao tema.
O padre divulgou o comunicado após a declaração do Papa sobre a Aids ter repercutido entre órgãos civis, imprensa e autoridades de diversos países.
Na terça-feira, a bordo do avião o levou para a África, o Pontífice afirmou que a Aids “é uma tragédia que não pode ser superada com o dinheiro e nem com a distribuição de preservativos, que podem aumentar os problemas”. Em Camarões para a primeira etapa de sua viagem, o Papa também defendeu que a doença só pode ser curada com uma renovação moral no comportamento humano.
Na nota, o Vaticano aponta três diretrizes principais da Igreja católica. A primeira seria a “educação e responsabilidade das pessoas no uso da sexualidade e a reafirmação do papel essencial do matrimônio e da família”. A outra linha se refere às “pesquisas e aplicações de medicamentos eficientes contra a Aids por meio de iniciativas de instituições sanitárias” e o último ponto à “assistência humana e espiritual dos portadores da doença, como de todos os atingidos, que sempre estarão no coração da Igreja”.
“Estas são as diretrizes da Igreja” católica, afirma a nota assinada por Lombardi. (ANSA)
18/03/2009 13:03

FONTE:http://www.ansa.it/ansalatinabr/notizie/fdg/200903181303341415/200903181303341415.html

Papa não poderia trocar tesouros do Vaticano por comida para África

A proposta lançada no Facebook é mais complicada do que parece

Por Jesús Colina

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 13 de março de 2009 (ZENIT.org).- «Trocar tesouros do Vaticano por comida para a África. Topa?». Com esta mensagem um internauta abriu um espaço no Facebook. Em poucos dias, até esta sexta-feira pela manhã, 32.146 membros haviam aderido.

O cardeal Paul Josef Cordes, presidente do Conselho Pontifício Cor Unum, esclarece que, independentemente do aspecto provocador ou ideológico da proposta, o Papa não poderia aplicá-la, pois o direito internacional o impede.

O presidente do organismo da Santa Sé responsável pela orientação e coordenação entre as organizações e as atividades caritativas promovidas pela Igreja Católica explicou a situação à Zenit em um encontro com jornalistas.

A iniciativa do Facebook foi lançada por um jovem espanhol, Alberto Juesas Escudero, que explica a proposta com alguns argumentos. Alguns deles são: «Porque é uma vergonha ver as riquezas do Vaticano e depois o noticiário».

Outros dos argumentos são: «Porque não admitem seus erros jamais. Porque não pregam com o exemplo. Porque Jesus nasceu em uma manjedoura e vivia em pobreza».

A motivação conclui com expressões ofensivas: «Que vergonha o Vaticano! Que vergonha a religião católica!».

Em sua resposta à pergunta da Zenit, o cardeal Cordes explica que ele escuta este tipo de propostas há 40 anos, e que antes elas se repetiam até mais.

Explica que quando João Paulo II o chamou a Roma para colaborar com ele na Cúria Romana, «o clima era muito forte contra o Vaticano. Então, naquela época, eu me informei e descobri que a Igreja não pode fazer o que quer com as obras de arte que estão no Vaticano».

Na realidade, esclarece, a Igreja «tem a tarefa de conservar as obras de arte em nome do Estado Italiano. Não pode vendê-las».

O purpurado não só cita a teoria, mas sobretudo se refere à realidade. Explica que, quando nos anos 60 um benfeitor alemão fez uma doação para restaurar o Colégio Teutônico, que se encontra dentro do Vaticano, a direção dessa residência, como gesto de agradecimento, deu-lhe uma estátua simples, que não tinha um valor comparável a outras que se encontram nos Museus Vaticanos, que se encontrava dentro do colégio.

Essa pessoa teve muitíssimos problemas com o Estado italiano, pois foi acusado de subtrair bens que a Itália deve custodiar, explicou o cardeal.

«Em todas as nações há medidas para a defesa das obras de arte, porque o Estado deve mantê-las», declara, recordando que os bens da Santa Sé também fazem parte da história cultural da Itália.

O cardeal recorda, por outro lado, que sem a obra da Igreja Católica, o sistema de saúde e educativo de algumas regiões da África não existiria.

«Presidentes africanos reconhecem quando vêm encontrar com o Papa», explica o cardeal Cordes.

Sem a Igreja na África, uma parte dos portadores do HIV ficaria abandonada, pois a Igreja, com sua rede de hospitais, é a instituição que acolhe o maior número de pessoas com este vírus.

Segundo explica o cardeal Cordes, ao atrair o interesse dos meios de informação do mundo por sua próxima viagem à África (Camarões e Angola), de 17 a 23 de março, o Papa centrará a atenção nas necessidades que a África vive, impulsionando ao mesmo tempo medidas concretas de autêntica solidariedade e respeito.

Papa convoca «Ano Sacerdotal»

Bento XVI anunciou esta Segunda-feira a convocação de um “ano sacerdotal” especial, de 19 de Junho 2009 a 19 de Junho de 2010, que terá como tema: “Fidelidade de Cristo, fidelidade do sacerdote”.

A iniciativa ocorre nos 150 anos da morte do Santo Cura d’Ars, João Maria Vianney, “verdadeiro exemplo de Pastor ao serviço do rebanho de Cristo”.

O anúncio do Papa foi feito na audiência concedida aos participantes na assembleia plenária da Congregação para o Clero, do Vaticano.

Segundo Bento XVI, competirá a esta Congregação, de acordo com os bispos diocesanos e com os superiores dos Institutos religiosos, “promover e coordenar as várias iniciativas espirituais e pastorais que pareçam úteis para fazer perceber cada vez mais a importância do papel e da missão do sacerdote na Igreja e na sociedade contemporânea”.

Um comunicado divulgado pela Sala de Imprensa da Santa Sé revela que o Papa abrirá este “ano sacerdotal”, presidindo à celebração das Vésperas, a 19 de Junho, solenidade do Coração de Jesus, na presença da relíquia de Cura d’Ars trazida pelo Bispo de Belley-Ars.

Bento XVI encerrará esta iniciativa a 19 de Junho de 2010, participando num “Encontro Mundial Sacerdotal”, na Praça S. Pedro, do Vaticano.

Ainda de acordo com o comunicado, durante este ano jubilar, Bento XVI proclamará São João Maria Vianney como “Padroeiro de todos os sacerdotes do mundo”.

Além disso, será publicado o “Directório para os Confessores e os Directores Espirituais”, juntamente com uma colectânea de textos do actual Papa sobre temas essenciais da vida e da missão sacerdotal nos dias de hoje.

São João Maria Vianney, ou Cura d’Ars, nasceu em Dardilly, França, em 1786. Ordenado sacerdote, foi enviado para uma insignificante aldeia, com cerca de 230 paroquianos.

Mais tarde, João Maria Vianney tornou-se o cura de Ars-sur-Formans, no Leste de França. Rezava, fazia penitência, pregava e fazia caridade, cumprindo zelosamente o seu ministério sacerdotal. Permanecia horas e horas a fio atendendo em confissão os peregrinos que a ele acorriam de toda a França, a fim de pedir orientações. Morreu no ano de 1858.

Internacional | Agência Ecclesia| 16/03/2009 | 12:25 | 2136 Caracteres | 87 | Bento XVI

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Dom Orani Tempesta é o Arcebispo do Rio de Janeiro

Cidade do Vaticano, 27 fev (SIR) – O Santo Padre bento XVI nomeou novo Arcebispo de S ão Sebastião do Rio de Janeiro dom Orani João Tempesta, O. Cist., até agora arcebispo de Belém do Pará. Dom Orani sucede ao card. Eusébio Osacar Scheid, S.C.I., que apresentou sua renuncia ao governo pastoral da Arquidiocese carioca por limite de idade.

Dom Orani João Tempesta, O. Cist., nasceu no dia 23 de junho de 1950 em São José do Rio Pardo, na Diocese de São João da Boa Vista, no Estado de São Paulo. Terminados os estudos secundários em São José do Rio Pardo, em 1967 entrou no mosteiro cisterciense de São Bernardo naquela cidade no interior paulista. Estudou filosofia no Mosteiro de São Bento, em São Paulo, e teologia no Instituto Teológico Salesiano Pio IX, sempre em São Paulo. Emitiu a Profissão Religiosa na Ordem dos Cistercienses a 02 de fevereiro de 1969 e foi ordenado sacerdote a 07 de dezembro de 1974. A partir de 1984 foi eleito prior de seu mosteiro; ao mesmo tempo assumiu a paróquia de São Roque, em São Roque, a São José do Rio Pardo; foi coordenador das Com unicações e da Pastoral diocesana e professor no Seminário ‘Coração de Maria’ em São João da Boa Vista. Em setembro de 1996, quando o mosteiro de São Bernardo foi elevado a abadia, ele foi eleito primeiro Abate. A 26 de fevereiro de 1997 foi nomeado Bispo de São José do Rio Preto (SP) e recebeu a ordenação episcopal a 25 de abril do mesmo ano. No Regional Sul 1 da CNBB foi o responsável pela Pastoral das Comunicações Sociais. A 13 de outubro de 2004 foi nomeado Arcebispo de Belém do Pará e em 2007 participou, como delegado, da V Conferência Geral do Episcopado da América Latina e do Caribe. Atualmente é vice-presidente do Regional Norte 2 da CNBB, presidente da Comissão nacional para a Cultura, a Educação e as Comunicações Sociais e membro do Conselho Permanente, do Conselho Pastoral e do Conselho Econômico da CNBB. No Rio de Janeiro, dom Orani contará com a colaboração de seis bispos auxiliares, entre os quais o secretário geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa

Nova encíclica do Papa analisará atual crise econômica Anunciou Bento XVI esta Quinta-feira, aos sacerdotes de Roma
Bento XVI está a preparar uma encíclica sobre a crise econômica e os problemas sociais. O anúncio foi feito pelo Papa durante o tradicional encontro na Quaresma com os sacerdotes da diocese de Roma.

O encontro com os participantes decorreu sob a forma de diálogo e foi questionado sobre o que poderá a Igreja fazer para ajudar as muitas famílias que passam necessidades, que Bento XVI sublinhou a tarefa que a Igreja tem de denunciar os problemas sociais e econômicos.

A encíclica vai abordar “a importância de falar com consciência ética”, explicou.

Segundo o Papa “precisamos de denunciar de forma concreta sem moralizar. Precisamos perceber de forma concreta como mudar esta situação”, para além de “procurar razões para o mundo econômico e iluminá-lo com a fé”.

“Hoje a razão é escura. A raiz da avareza é o egoísmo que escurece a razão”, apontou.

Segundo o Papa a falência dos grandes bancos norte-americanos é uma consequência da “avareza humana e da idolatria ao dinheiro”.

Bento XVI afirmou ainda que a “justiça não pode ser construída apenas com base em bons modelos econômicos”. “A justiça só pode ser alcançada com os que se comprometem com as humildes e diárias tarefas de converter os corações. Por isso o trabalho realizado pelos sacerdotes é fundamental para a humanidade”, concluiu.

Com SIR
Internacional | Agência Ecclesia| 27/02/2009 | 10:48 | 1331 Caracteres | 22 | Bento XVI

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Papa diz a Nancy Pelosi que católicos não podem apoiar aborto

Plantão | Publicada em 18/02/2009 às 14h57m

Reuters/Brasil OnlinePor Philip Pullella

CIDADE DO VATICANO (Reuters) – O papa Bento 16 disse à presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, Nancy Pelosi, nesta quarta-feira, que políticos e deputados católicos não podem apoiar o aborto, reforçando a posição do Vaticano sobre um tema que divide a população norte-americana.

Pelosi, que é católica e defende o direito da mulher poder escolher abortar ou não, foi acusada por bispos norte-americanos de distorcer os ensinamentos da Igreja sobre o aborto.

“Sua Santidade aproveitou a oportunidade para falar sobre as exigências da lei natural e moral e o consistente ensinamento da Igreja sobre a dignidade da vida humana desde a concepção até a morte natural”, disse um comunicado do Vaticano.

O documento afirma que o ensinamento “ordena que todos os católicos, e especialmente legisladores, juristas e os responsáveis pelo bem comum da sociedade, trabalhem em cooperação com todos os homens de boa vontade na criação de um sistema justo de leis capazes de proteger a vida humana em todos os estágios de seu desenvolvimento”.

Considerada uma das mulheres mais poderosas dos EUA, Pelosi encontrou o papa rapidamente no meio de uma visita à Itália, país de origem de sua família.

Mais tarde, Pelosi divulgou um comunicado, mas não mencionou a questão do aborto, dizendo ter tido a chance de “louvar a liderança da Igreja na luta contra a pobreza, a fome e o aquecimento global”.

Durante a campanha presidencial dos EUA, bispos norte-americanos acusaram Pelosi e o então senador Joe Biden, agora vice-presidente, de distorcer o ensinamento da Igreja sobre o aborto. Biden também é católico. Ambos disseram que o aborto é uma decisão pessoal.

Um mês antes da eleição, o arcebispo norte-americano Raymond Burke disse que o Partido Democrata arriscava “transformar-se em um ‘partido da morte’” por causa de suas escolhas sobre questões bioéticas e sobre o aborto.

Católicos conservadores elogiaram o arcebispo, mas outros acusaram o Vaticano de tentar interferir na eleição.

Pelosi enfrentou uma chuva de críticas dos católicos conservadores em agosto, quando disse em um programa de televisão que a questão sobre exatamente quando a vida começa “não deveria ter um impacto no direito de escolha da mulher.”

Ela afirmou que a questão sobre quando a vida começa ainda era “um assunto de controvérsia” na Igreja e que “Deus nos deu, a cada um de nós, o livre arbítrio e a responsabilidade de responder por nossas ações”.

Alguns dias depois da posse, o presidente Barack Obama, com o apoio de Pelosi, reverteu uma proibição do governo Bush para o financiamento de grupos no exterior que fornecem serviços de aborto. Autoridades do Vaticano criticaram a mudança.

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CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL
Conselho Episcopal de Pastoral – 12ª Reunião
Brasília – DF, 11 a 13 de fevereiro de 2009
Brasília-DF, 13 de fevereiro de 2009
P – Nº 0078/09

NOTA DA CNBB EM DEFESA DOS DIREITOS SOCIAIS BÁSICOS
SOB AMEAÇA NA PROPOSTA DE REFORMA TRIBUTÁRIA

“O que os apóstolos nos recomendaram foi somente que nos lembrássemos dos pobres”
(Cf. Carta de São Paulo aos Gálatas 2,10).
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, em defesa da Seguridade Social e em atenção à articulação de várias entidades nacionais, reunidas em Brasília, no dia 05 de fevereiro de 2009, para discutir este assunto, volta a se pronunciar sobre a Proposta de Reforma Tributária nos termos seguintes.
Face às iminentes mudanças inseridas na Proposta de Emenda Constitucional – PEC nº 233/08, relativa à Reforma Tributária, que inviabilizam o atual ordenamento dos direitos sociais da Constituição Federal de 1988, particularmente do seu sistema de Seguridade Social, fica patente a necessidade de esclarecer e difundir as implicações sociais e políticas da reforma em discussão.
No que se refere à Seguridade Social, a proposta oriunda do Executivo e já aprovada na Comissão Especial da Câmara Federal, afetará diretamente os usuários do Sistema Único de Saúde, bem como a vida de 32 milhões de titulares de benefícios da Previdência Social, Assistência Social e Seguro Desemprego cujo valor, para os 2/3 desses beneficiários, é um salário mínimo.
O cerne da preocupação da CNBB em relação à proposta de reforma, ora em tramitação na Câmara, é a perda de garantia de recursos necessários ao atendimento dos direitos sociais básicos. Se aprovada na forma atual, a PEC 233/08 quebrará salvaguardas constitucionais, acabando com a garantia de destinação exclusiva de recursos para a Seguridade. Na medida em que transforma contribuições sociais em impostos, modifica a natureza das fontes de recursos atualmente assegurados pelo art. 195 da Constituição para o financiamento da Seguridade Social.
Essa nova versão do art. 195 desmorona a construção constitucional que assegura direitos sociais, com prioridade de recursos para o atendimento das legítimas demandas atuais e futuras. Na proposta de emenda desaparece a garantia de proteção aos pobres e de busca da igualdade. Os recursos das contribuições anteriormente destinadas à Seguridade Social são remetidos à competição entre setores financeiros, empresariais e políticos com peso e poder econômicos bem maiores que os dos credores preferenciais de todo sistema de proteção social no mundo moderno – órfãos, viúvas, desempregados, idosos e incapacitados para o trabalho.
Almejamos que a Reforma Tributária tenha o sentido de justa distribuição da renda, minorando as desigualdades e venha resgatar os valores da solidariedade e os princípios de equidade social. A PEC 233/08 caminha no sentido oposto, inviabilizando o financiamento de direitos sociais. Por esta razão é inaceitável.
Entendemos que a PEC 233/08 não pode seguir sua tramitação no Parlamento e não deveria ser submetida a voto. É imprescindível que haja esclarecimentos e correções sobre suas conseqüências e efeitos para os direitos sociais básicos.
Brasília-DF, 13 de fevereiro de 2009

Dom Geraldo Lyrio Rocha
Arcebispo de Mariana
Presidente da CNBB
Dom José Alberto Moura, CSS
Arcebispo de Montes Claros
Vice-Presidente da CNBB em exercício

http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2009/02/56019-papa+pede+que+brasil+mantenha+proibicao+a+celulas+tronco.html

Papa pede que Brasil mantenha proibição a células-tronco
09/02/2009 – 11h48 ( – Agência EFE)

Em discurso ao novo embaixador do Brasil para a Santa Sé, Luiz Felipe de Seixas Corrêa, o papa Bento XVI pediu que o Governo brasileiro mantenha a proibição ao aborto, à eutanásia e às pesquisas com células-tronco embrionárias.

Ele apelou para o Governo “fomente os valores humanos fundamentais, a família e a proteção do ser humano desde o momento de sua concepção até a morte natural e exigiu, respeito aos experimentos biológicos, que se proteja o direito do embrião a nascer”.

Bento XVI ressaltou as boas relações entre a Santa Sé e o Brasil dizendo que ambos coincidem na defesa do bem comum para a nação, na qual os católicos formam a maioria da população.

O papa se disse satisfeito pelas políticas “de desenvolvimento, de luta contra a pobreza e de renovação tecnológica” do Governo brasileiro e encorajou para consiga “uma melhor distribuição da renda e maior justiça social para o bem da população”.

Vaticano convoca famílias para o México
Encontro Mundial de 2009, sem a presença do Papa, fala de aborto, divórcio, matrimónio e também de consciência ecológica

A transmissão de valores humanos e cristãos na família será o tema central do VI Encontro Mundial das Famílias (EMF), que, de 14 a 18 de Janeiro, deve reunir dezenas de milhares de pessoas na Cidade do México. Para a cerimónia conclusiva espera-se a presença de um milhão de fiéis.

Na apresentação do evento, esta Sexta-feira, o Vaticano lembrou temas como o aborto, o divórcio, a eutanásia e questões de bioética. “A família dos nossos dias deve enfrentar, com criatividade e espírito propositivo, o desafio de uma cultura individualista e mercantilista, baseada na produção e no consumismo”, refere o comunicado oficial.

“Temos um conceito errado de liberdade, entendida como autonomia fechada em si própria; privilegiam-se outras formas de convivência que ofuscam o valor da família, baseada no matrimónio de um homem e uma mulher”, aponta a nota, frisando que “colocar-se ao serviço da vida e da educação dos filhos torna-se hoje muito difícil”.

No México estarão representados 98 países, incluindo Portugal. Marcam presença 30 Cardeais, 200 Bispos e mais de 300 jornalistas.

A Igreja Católica quer mostrar, no EMF, o seu “grande esforço de evangelização, apoiando as famílias cristãs nos seus valores e apoiando-as numa vasta estratégia de promoção, de defesa da vida desde a sua concepção à morte natural, bem como dos direitos da família, também no âmbito político, cultural, económico e social.

Para celebrar o EMF foi preparado o “Mosaico das famílias”, com mais de 7000 fotos de famílias de todo o mundo que forma, como num mosaico, a imagem de Bento XVI.

Além disso, haverá a “Floresta das Famílias”, iniciativa que consiste na reflorestação de algumas zonas do globo por iniciativa dos participantes no EMF do México, um meio para “incrementar a consciência ecológica” tão promovida pelo actual Papa.

No EMF, as famílias encontram-se para dialogar e aprofundar temas da actualidade, procurando conhecer e partilhar o papel da família cristã na nova evangelização. Esta foi uma criação de João Paulo II, em 1994, que se repete de três em três anos, juntando milhares de famílias para rezar, dialogar, aprender, compartilhar e aprofundar o entendimento do papel da família cristã.

Cada EMF é organizado pelo Conselho Pontifício para a Família com a colaboração da diocese eleita como sede.

Para o Cardeal Ennio Antonelli, presidente do referido Conselho Pontifício, “a família e os jovens são duas prioridades para a Igreja em qualquer parte do mundo” e este EMF no México é “um acontecimento muito importante que Bento XVI segue com particular atenção e afecto”.

Num encontro com a imprensa, no Vaticano, o Cardeal Antonelli lembrou que, apesar de não marcar presença pessoalmente na Cidade do México, o Papa intervirá em directo na missa conclusiva, no dia 18.

Antes das grandes iniciativas do EMF, terá lugar um congresso teológico-pastoral (14-16 de Janeiro), que conta já com 5700 inscrições.

Posteriormente, será a Basílica de Guadalupe o centro das celebrações, com evento festivo a 17 de Janeiro e a Missa conclusiva no dia seguinte.

O Vaticano espera que o EMF 2009 venha a ser uma “experiência notável de fraternidade universal”, com povos de culturas diversas “unidos na fé em Cristo e no amor à Igreja Católica”.

Para este acontecimento, o Papa nomeou como seu enviado o Cardeal Tarcisio Bertone, Secretário de Estado do Vaticano e seu mais directo colaborador, que irá encerrar o congresso teológico-pastoral e presidir às cerimónias de 17 e 18.

No passado dia 28 de Dezembro, Bento XVI pediu orações “para este importante evento eclesial” e por “cada família, especialmente as mais afectadas pelas dificuldades da vida e pelas chagas da incompreensão e da divisão”.

Foi em Valência, em Julho de 2006, que o Papa anunciou que o próximo Encontro Mundial das Famílias seria celebrado neste ano de 2009, na Cidade do México. “À amada Igreja que peregrina na nobre Nação mexicana e na pessoa do Senhor Cardeal Norberto Rivera Carrera, Arcebispo daquela cidade, expresso desde já a minha gratidão pela sua disponibilidade”, disse então.

Lançando o tema do VI EMF, “A família, formadora nos valores humanos e cristãos”, Bento XVI diria mais tarde que “Como primeira escola de vida e de fé, e como ‘Igreja doméstica’, a família está chamada a educar as novas gerações nos valores humanos e cristãos para que, orientando a sua vida segundo o modelo de Cristo, forjem nelas uma personalidade harmoniosa”.

Internacional | Octávio Carmo| 09/01/2009 | 13:26 | 4538 Caracteres | 176 | Família

Vaticano participa no Ano Internacional da Astronomia

Mais de 130 países vão este ano celebrar o Ano Internacional da Astronomia. Também o Vaticano está envolvido nesta iniciativa.

O Ano Internacional da Astronomia foi estabelecido pelas Nações Unidas para coincidir com o 400º aniversário da primeira vez que Galileu Galilei usou o telescópio para observar o cosmos.

O Vaticano junta-se à celebração e envolve também os Museus Vaticanos, o Observatório Vaticano e serviços irão participar em diversas iniciativas.

Em Dezembro, Bento XVI enviou saudações a todos os que estarão envolvidos na celebração anual. O Papa tem repetidamente rezado por Galileu, recordando-o como “um homem de fé que viu a natureza como um livro escrito por Deus”. Bento XVI afirmou ainda que a descobertas da ciência e da astronomia podem ajudar as pessoas a “apreciar melhor as maravilhas da criação divina”.
Internacional | Agência Ecclesia| 05/01/2009 | 12:43 | 846 Caracteres | 14 | Santa Sé

Papa nomeia bispo para a diocese de Guiratinga

em 24/12/2008 09:47:00

Hoje, 24, o papa Bento XVI nomeou bispo para a vacante diocese de Guiratinga (MT) o padre Derek John Christopher Byrne, SPS (Sociedade Missionária de S. Patrício), consultor da diocese de Juína (MT).

Padre Derek nasceu no dia 17 de janeiro de 1948. Fez seus estudos primário e  colegial na Irlanda. É bacharel em Artes e Filosofia pela University College Cork da Irlanda; fez Teologia na ST. Patrick’s College, Kiltegan, Co. Wicklow, na Irlanda. Foi ordenado sacerdote no dia 09 de junho de 1973 na Sociedade Missionária de São Patrício.

Esteve no Brasil de 1973 a 1980, quando atuou na paróquia de Cotia, da arquidiocese de São Paulo. De 1980 a 1990, esteve em Nova Jérsei nos Estados Unidos; de 1990 a 2002, foi membro do Conselho Geral da sua congregação, na Irlanda; em 2004, trabalhou na paróquia da Castanheira, na diocese de Juína.

FONTE: CNBB

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Sexta, 12 de dezembro de 2008, 10h23
Vaticano volta a condenar clonagem humana

O Vaticano condena a clonagem humana, a fecundação assistida, o congelamento de embriões e de óvulos, a eliminação voluntária de embriões, a pílula do dia seguinte e o uso de células-tronco embrionárias para a pesquisa.
Assim assinala uma instrução (documento vaticano) sobre questões de bioética preparada pela Congregação para a Doutrina da Fé e apresentada por seu secretário, o jesuíta Luis Francisco Ladaria Ferrer, de 64 anos.

O documento atualiza o anterior sobre o mesmo tema, de 1987, e dá ao embrião a categoria de pessoa.

Nesse sentido, ressalta que “o ser humano tem que ser respeitado e tratado como pessoa desde o instante de sua concepção e que por isso a partir desse mesmo momento deve ter reconhecido seus direitos de pessoa”.

O texto assinala que a origem da vida humana tem seu “autêntico contexto no casamento e na família, onde é gerada por meio de um ato que expressa amor recíproco entre homem e mulher”.

Sobre as técnicas de procriação, o Vaticano considera que só são lícitas “as que respeitam o direito à vida e à integridade física de cada ser humano, a unidade do casamento, que envolve o direito dos cônjuges de se tornar pai e mãe”.

Além disso, manifesta que a Igreja reconhece o desejo legítimo de um filho e o sofrimento dos casais que não os podem ter, mas precisa que o desejo de uma criança “não justifica a produção” e, da mesma forma, a rejeição a ter uma não justifica o abandono ou o aborto.

FONTE: Portal Terra Notícias

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Papa faz nova mudança na Cúria Romana

Bento XVI nomeou hoje como novo prefeito da Congregação do Culto Divino e da Disciplina dos Sacramentos o Cardeal Antonio Cañizares Llovera, Arcebispo de Toledo desde 2002 e Primaz de Espanha. Trata-se na sexta mudança na liderança das Congregações da Cúria Romana, que são nove.

O Cardeal espanhol substitui no cargo o nigeriano Francis Arinze, que apresentou a sua resignação por ter ultrapassado o limite de idade estabelecido pelo Direito Canónico (75 anos).
A Congregação do Culto Divino ocupa-se da regulamentação e promoção da liturgia, em primeiro lugar dos Sacramentos. Conforme determina a Constituição Apostólica “Pastor Bonus”, de João Paulo II – que redifiniu o funcionamento da Cúria -, esta Congregação “favorece e tutela a disciplina dos Sacramentos, de modo especial em tudo aquilo que diz respeito à válida e lícita celebração dos mesmos”
A Congregação promove com meios eficazes e adequados a acção pastoral litúrgica, de modo particular naquilo que se refere à celebração da Eucaristia e assiste os Bispos diocesanos, para que os fiéis participem cada vez mais activamente na sagrada liturgia.
O novo prefeito, Cardeal Cañizares Llovera, nasceu em Outubro de 1945. Foi ordenado sacerdote em 1970 e destacou-se na investigação teológica.
Foi ordenado Bispo em 1992 e criado Cardeal pelo actual Papa em 2006. Na Conferência Episcopal do seu país desempenhou os cargos de vice-presidente, membro do comité executivo e da comissão permanente e presidente da comissão responsável pela área do ensino e da catequese.
Na Cúria Romana é membro da Congregação para a Doutrina da Fé e da Comissão Pontifícia “Ecclesia Dei”.
Internacional | Octávio Carmo| 09/12/2008 | 11:36 | 1653 Caracteres | 38 | Bento XVI © Copyright Agência Ecclesia

Celebração do rito da paz está em análise
Cardeal Francis Arinze apresentou ao Papa a terceira edição do Missal Romano

Bento XVI recebeu, neste sábado, o prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, o Cardeal Francis Arinze. O cardeal nigeriano apresentou ao Papa a terceira edição do Missal Romano, que contém orações e indicações teológicas, pastorais e espirituais para a celebração da liturgia. Não se trata de uma nova edição, mas somente de pequenos ajustes.

Em entrevista ao jornal L’Osservatore Romano, o cardeal falou que a celebração do rito da paz está em análise. O papa está a consultar o episcopado de todo o mundo para saber se convém inserir o rito da paz durante o ofertório.

“Muitas vezes, não se compreende o pleno significado desse gesto. As pessoas pensam que é uma ocasião para apertar a mão dos amigos. Na verdade, é uma maneira de dizer para quem está do nosso lado que a paz de Cristo, presente realmente no altar, está também com todos os homens. A mudança de transferir o rito para o ofertório seria uma maneira de criar um clima mais íntimo enquanto nos preparamos para a comunhão”, disse o cardeal.

Comentando o próximo Sínodo para a África, em 2009, o cardeal nigeriano definiu-o como um “evento providencial”, porque a África necessita de mais justiça e de paz. “É bom entender que nem tudo vai mal: há sociedades pacíficas e nações democráticas. Mas ainda há demasiada violência entre grupos étnicos, massacres e corrupção. E não podemos fingir que não sabemos de nada.”

Além de apresentar a nova edição do missal, o cardeal Arinze recebeu as felicitações do papa pelos seus 50 anos de sacerdócio, que foram celebrados neste sábado, na Basílica de S. Pedro.

Com Rádio Vaticano

Internacional | Agência Ecclesia| 22/11/2008 | 17:21 | 1635 Caracteres | 191 | Santa Sé

Dois jovens transformam Sínodo e são transformados por ele
Falam os ouvintes Silvia Sanchini (25 anos) e Daniele Boscaro (28 anos)
Por Jesús Colina

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 28 de outubro de 2008 (ZENIT.org).- Foram os dois participantes mais jovens no Sínodo dos Bispos e ambos confessam que foram transformados por esta assembléia. Não sabem que eles também transformaram a assembléia.

São Silvia Sanchini, presidente nacional feminina da Federação Universitária Católica Italiana (FUCI), de 25 anos, e Daniele Boscaro, chefe de clã da Associação de Guias e Escoteiros Católicos Italianos de Pádua, de 28 anos.

Bento XVI os nomeou como ouvintes da XII Assembléia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, celebrada de 5 a 26 de outubro sobre «A Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja».

Silvia, cabelo intensamente negro e sorriso espontâneo, confessa à Zenit que não esperava esta nomeação do Papa. «Uma moça tão jovem!» «De fato, a FUCI nunca havia sido convidada. É uma novidade, uma linda novidade», reconhece.

Ao fazer um balanço destas três semanas, nas quais participou das congregações gerais e dos grupos de trabalho lingüísticos (círculos menores), explica: «Para mim foi muito importante ter um panorama da Igreja universal, pois enriquece a Itália».

Quando se vêem os problemas de outras pessoas se valoriza a própria realidade, confessa. «O problema de muitos fiéis do mundo que não podem ler a Bíblia para nós parece um problema que não existe. Nós temos as possibilidades, mas não as aproveitamos.»

Daniele também está fascinado com sua participação no Sínodo. Nas pausas durante o café, o Papa pôde saudar os participantes. O chefe de clã revela com um sorriso: «O Papa me dedicou mais tempo que aos bispos. Apresentou-me o cardeal Angelo Bagnasco, presidente da Conferência Episcopal Italiana, que participou dos escoteiros, e o Papa nos disse: ‘Obrigado pelo que fazeis como escoteiros’».

«O que um chefe de clã faz em um Sínodo?» «Como educadores, como leigos comprometidos, interessa-nos o amor pela Palavra», responde.

De fato, na Itália, os escoteiros organizam há 50 anos acampamentos sobre a Palavra de Deus para os educadores, «para que se convertam em anunciadores da Palavra viva, não da letra morta», declara.

Tanto Silvia como Daniele foram porta-vozes dos jovens no Sínodo e a eles dedicaram sua intervenção na assembléia.

Silvia pediu aos padres sinodais «propostas sérias e qualificadas para favorecer o encontro dos jovens com a Palavra».

Em particular, propôs promover a Lectio Divina (a leitura orante da Escritura), como instrumento para a oração pessoal e comunitária, assim como «jornadas e semanas de estudos bíblicos dirigidas aos jovens, de preferência em colaboração com as comunidades monásticas».

Daniele, em sua intervenção na assembléia, pediu que o Sínodo da Palavra sirva para despertar os leigos, o «gigante adormecido» da Igreja.

O cardeal Óscar Rodríguez Maradiaga, arcebispo de Tegucigalpa, ao fazer com Zenit um balanço deste Sínodo, reconheceu que as intervenções de Silvia e Daniele ajudaram os padres sinodais a pensarem nos jovens.

Em particular, explica, refletiu-se nos grupos de trabalho e nos passeios em como promover grupos de Lectio Divina particularmente entre universitários, como Silvia propôs.

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Sábado, 25 de outubro de 2008, 13h03
Participantes do Sínodo recebem fac-símile de Papiro do século II

Rádio Vaticano

Na sessão da tarde de ontem, 24, foi entregue ao Santo Padre e aos participantes do Sínodo um fac-símile do Papiro Bodmer XIV-XV.

Este papiro contém quase todo o Evangelho de Lucas e mais da metade daquele de João. Confrontado com outros manuscritos, o código Bodmer foi datado entre 175 e 225 d.C. e é, atualmente, a obra mais preciosa da Biblioteca Apostólica Vaticana.

No fac-símile entregue aos padres sinodais, constam duas folhas que contêm o Prólogo do Evangelho de João e a oração do Pai-nosso do Evangelho de Lucas.

Segundo o bibliotecário e arquivista da Santa Igreja Romana, Cardeal Raffaele Farina, o texto do Novo Testamento participa, mesmo que instrumentalmente, do mistério da Encarnação de Cristo. Assim sendo, a Biblioteca Vaticana deu ao mundo uma contribuição única para a conservação e a transmissão integral dos textos originais da Sagrada Escritura, de modo especial do Novo Testamento.

O Papiro Bodmer XIV-XV chegou ao Vaticano em 22 de novembro de 2006. É constituído de 51 folhas (num total de 102 páginas) inteiras ou fragmentárias. O seu texto é muito semelhante ao atestado, durante o império de Constantino, pelo código B (o célebre Vaticano grego 1209). Este, com o código Sinaítico, é o mais antigo testemunho de toda a Bíblia grega.

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‘Igreja é uma comunidade, não uma associação’, defende Papa
Plantão | Publicada em 15/10/2008 às 13h02m

O Globo
CIDADE DO VATICANO – O Papa Bento XVI lembrou nesta quarta-feira que a Igreja é o corpo vivo de Cristo na fé, assembléia convocada por Deus em todo lugar e tempo, e não “um simples edifício” nem uma soma de igrejas locais.

O Pontífice fez esta declaração diante dos cerca de 25 mil fiéis que acompanhavam a audiência geral de hoje, partindo do conceito de Igreja (do grego Ekklesía) introduzido pelo apóstolo Paulo para indicar uma assembléia querida por Deus.

A Igreja, ao chegar à consciência da unidade na fé, seguiu o Pontífice, pôde renunciar a seus símbolos distintivos, como a circuncisão, “porque todos os povos começavam a ser em sua variedade a Igreja de Cristo”.

Segundo o Papa, “Paulo não apenas sabia que não se vira cristão por coerção, mas que, na nova formação, o componente institucional da Igreja estava vinculado a um anúncio dirigido a todos os povos que os une como único povo de Deus”.

Trata-se de um conceito, especificou o Papa, que reflete a sociologia da época, a qual descrevia a sociedade como um corpo único que, no cristianismo, adquire nova realidade, pois a “Ekklesía” se transforma em corpo e sangue de Cristo pelo sacramento da Eucaristia.

“Em resumo, Paulo fez justiça ao mesmo tempo às diversidades presentes no corpo eclesial e à estrutura que o protege dos riscos de desordem e também de desagregação”, continuou.

Trata-se, segundo Bento XVI, de um povo que também é “família”, lugar íntimo e afetuoso de relações interpessoais, e ainda sempre uma comunidade querida por Deus. “Paulo sabe e nos lembra que a Igreja não é sua nem nossa, mas corpo de Cristo e Igreja de Deus”, completou.

Encíclica social do Papa deverá ser publicada até final do ano
A encíclica social do Papa Bento XVI deverá ser publicada até final deste ano. O anúncio foi feito pelo presidente do Conselho Pontifício para a Pastoral dos Migrantes e os Itinerantes (CPPMI), Cardeal Renato Raffaele Martino, durante a conferência de imprensa de apresentação da mensagem de Bento XVI para o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, 2009, realizada ontem na sala de imprensa da Santa Sé.

Respondendo à pergunta de um jornalista se existe a possibilidade da publicação de uma encíclica social de Bento XVI, o Cardeal Martino respondeu: “Mais do que uma possibilidade, isso é uma realidade, um projecto já concretizado e esperamos que o Papa possa publicá-la antes do final deste ano”.
Ainda durante o encontro com os jornalistas, este responsável deu o seu parecer favorável à construção de mesquitas na Europa. “Os imigrantes que chegam aos nossos países e contribuem para a manutenção do nosso nível económico, têm necessidade de lugares para rezar, e a isso ocorre prover de maneira decente”, afirmou. “Eu sei que também as Igrejas locais estão a trabalhar neste sentido”, completou.
“A Igreja – recordou – não pode deixar de auspiciar que a dignidade humana das pessoas seja respeitada, pois todos, residentes, refugiados ou imigrante temos os mesmos direitos, porque todos pertencemos à raça humana”.
Para o presidente do CPPMI, “é necessário exigir que os imigrantes aceitem a cultura e as leis do país aonde chegam. É, porém, importante que exista colaboração cultural, e naturalmente, se há pessoas de cultura e religião diversas, é necessário prover também às suas exigências”.
Já D. Agostino Marchetto, secretário CPPMI, precisou que também é tarefa da Igreja católica “ajudar os irmãos imigrantes a conservar a dimensão transcendente da vida”.
Internacional | Rádio Vaticano| 09/10/2008 | 13:18 | 1785 Caracteres | 96 | Bento XVI

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Jogador de futebol deixa os gramados para ser padre
SRZD – Fé | 24/07/2008 18:36:00 |
Quem pensa que a transação da semana passada no futebol foi a ida de Ronaldinho Gaúcho, do Barcelona para o Milan, provavelmente desconhece a decisão de Chase Hilgenbrinck de trocar o New England Revs pela Igreja Católica. O jogador deixou o time para iniciar os seis anos de aprendizado que o farão padre.

O zagueiro, de 26 anos, havia acabado de se transferir de volta ao futebol dos Estados Unidos, depois de quatro temporadas jogando no Chile, e anunciou sua decisão de trocar o futebol pelo estudo da teologia e da filosofia.

Hilgenbrinck afirma que não está desiludido com o futebol, mas que esperar o final natural de sua carreira antes de se dedicar ao sacerdócio já não era mais viável. “Eu pensei nisso. Continuo muito apaixonado pelo esporte, e não o deixaria por nenhum outro emprego. Mas estou trocando o futebol pelo Senhor”, declarou Hilgenbrinck.

A Igreja e o futebol não são antagônicos. O Papa João Paulo II jogou como goleiro em sua Polônia natal, e continuou a acompanhar o esporte pelo resto da vida. O Vaticano tem uma equipe amadora, que joga de amarelo e branco, e o cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado da Igreja, é torcedor dedicado da Juventus e entusiasta do futebol entre os jovens religiosos.

Criado em uma família católica devota, em Bloomington, Illinois, Chase Hilgenbrinck se transferiu como profissional ao Chile depois de defender a Universidade Clemson e não ser selecionado por nenhuma equipe profissional da Major League Soccer, a liga profissional de futebol dos Estados Unidos, em 2004.

“Houve um momento em que achei que minha vocação talvez fosse o futebol profissional. Mas descobri que minha alma anseia por outra coisa”, Hilgenbirnck concluiu.

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Vaticano é admitido por unanimidade na Interpol
07/10 – 06:50 – EFE

Moscou, 7 out (EFE).- O Vaticano foi admitido hoje por unanimidade na Interpol durante a 77ª Assembléia Geral dessa organização internacional, que começou nesta terça-feira em São Petersburgo.

A cooperação do Estado vaticano com a Interpol estará a cargo da Gendarmaria e da Guarda Suíça, disse o representante da Santa Sé ao discursar aos delegados do fórum na Rússia, informou a agência local “Interfax”.

A Gendarmaria vaticana, o corpo militar que realiza os trabalhos da Polícia e de segurança no Estado do Vaticano, poderá trocar informação com o resto de policiais e atualizar seus conhecimentos sobre procedimentos operacionais para combater o crime.

“É possível que nossa participação pareça simbólica para alguns, mas desejamos realmente tirar proveito de nossa cooperação”, indicou o representante do papa Bento XVI.

EFE

Cidade do Vaticano, 05 out (RV) – Depois da missa na Basílica de S. Paulo Fora dos Muros, Bento XVI voltou ao Vaticano para rezar o Angelus com fiéis e peregrinos na Praça S. Pedro.

O papa dedicou a alocução que precede a oração mariana ao Sínodo dos Bispos, explicando sua criação e finalidade: “Trata-se de um organismo importante, instituído em 1965 pelo meu venerado predecessor o servo de Deus Paulo VI, durante a última fase do Concílio Vaticano II. O Sínodo tem as seguintes finalidades: fornecer informações diretas e exatas acerca da situação e dos problemas da Igreja; favorecer o consenso sobre a doutrina e a ação pastoral; e enfrentar temáticas de grande importância e atualidade”.

Essas tarefas são coordenadas por uma Secretaria permanente, que atua em direta e imediata dependência da autoridade do Bispo de Roma.

Bento XVI acrescentou que a dimensão sinodal é constitutiva da Igreja: “Ela consiste no ‘con-vir’ de todos os povos e culturas para se tornar um em Cristo e caminhar juntos atrás d’Ele, que disse: ‘Eu sou o caminho, a verdade e a vida’”.

De fato, continuou o pontífice, a palavra grega sýnodos, composta da preposição syn, ou seja, “com”, e por odós, que significa “caminho, estrada”, sugere a idéia do “caminhar juntos”, e é justamente esta a experiência do Povo de Deus na história da salvação.

“Para a Assembléia sinodal ordinária que tem início hoje, escolhi, acolhendo pareceres de especialistas, o tema da Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja, para ser aprofundada em perspectiva pastoral.”

Bento XVI recordou que a participação na fase preparatória por parte das Igrejas particulares de todo o mundo foi muito ampla. Elas enviaram suas contribuições à Secretaria do Sínodo, a qual, por sua vez, elaborou o Instrumentum laboris, o documento sobre o qual os 253 Padres sinodais irão se confrontar: 51 da África, 62 da América, 41 da Ásia, 90 da Europa e 9 da Oceania.

A eles, acrescentam-se inúmeros especialistas e auditores, homens e mulheres, como também os “delegados fraternos” de outras Igrejas e comunidades eclesiais e alguns enviados especiais.

Por fim, o Santo Padre convidou todos a sustentar os trabalhos do Sínodo com a oração, invocando especialmente a materna intercessão de Nossa Senhora, perfeita Discípula da Palavra divina. Ouça sua bênção apostólica:

Após a oração do Angelus, Bento XVI saudou os fiéis em várias línguas. Em italiano, ele recordou que tem início hoje a iniciativa “Bíblia dia e noite”, promovida pela RAI (televisão pública italiana).
O papa explicou que se trata da leitura contínua de toda a Bíblia, por sete dias e sete noites, até o próximo sábado, 11 de outubro. A sede será a Basílica romana da Santa Cruz em Jerusalém, e os leitores são quase 1.200, de 50 países. Dentre eles, o arcebispo de S. Paulo, Card. Odilo Pedro Scherer. (BF)

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Sexta, 3 de outubro de 2008, 07h09

Papa reitera condenação da Igreja à anticoncepção

CIDADE DO VATICANO, 3 Out 2008 (AFP) - O Papa Bento XVI reiterou nesta sexta-feira a condenação da Igreja Católica à anticoncepção, por ocasião dos 40 anos da polêmica encíclica “Humanae vitae” de Paulo VI sobre o tema, que fechou a porta a qualquer evolução.
“Excluir a possibilidade de dar a vida por meio de uma ação destinada a impedir a procriação significa negar a verdade íntima do amor conjugal”, afirma o Papa em uma mensagem dirigida aos participanes de um colóquio sobre a “Humanae Vitae” e publicada pelo serviço de imprensa do Vaticano.

O único método contraceptivo admitido pela Igreja Católica, quando o casal passa por “circunstâncias graves” que justificam atrasar os nascimentos é “a observação dos ritmos naturais da fertilidade da mulher” (ou seja a abstinência no período de fertilidade), acrescenta o Sumo Pontífice.

A encíclica “Humanae vitae” provocou em 1968 um terremoto na Igreja Católica e causou o afastamento de muitos fiéis de uma instituição que para eles não levava em consideração as realidades da vida.

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É possível superar crises matrimoniais, assegura Papa

Recuperar a esperança para que a chama do amor volte a arder

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 26 de setembro de 2008 (ZENIT.org).- Bento XVI não só está convencido de que é possível superar as crises matrimoniais, mas também constata que a relação dos casais que conseguem isso se torna mais profunda, seu amor fica reforçado.

Porém, para que a chama do amor volte a arder, o Papa constata a necessidade de pessoas que apóiem os cônjuges nos momentos de escuridão, sobretudo dando-lhes esperança, contra a corrente comum hoje em dia de apresentar o divórcio como a solução.

Assim explicou o pontífice nesta sexta-feira, ao receber os participantes do encontro internacional do movimento Retrouvaille (http://www.retrouvaille.org), iniciativa surgida da «providencial intuição» – assim a qualificou o Santo Padre – do casal canadense Guy e Jeannine Beland, em 1977, para ajudar os casais em grave crise.

O bispo de Roma considerou que a crise conjugal – falava de «crises sérias e graves» – constitui uma realidade «com duas faces».

Por um lado, explicou, «apresenta-se, especialmente em sua fase aguda mais dolorosa, como um fracasso, como a prova de que o sonho acabou ou se transformou em um pesadelo e, infelizmente, ‘não há nada a fazer’».

No entanto, segundo o Papa «há outra face, que nós desconhecemos com freqüência, mas que Deus vê. Toda crise, de fato – a natureza nos ensina -, constitui o passo a uma nova fase da vida. Ainda que no caso das criaturas inferiores isso aconteça de maneira automática, no ser humano implica a liberdade, a vontade e, portanto, uma ‘esperança maior’ que o desespero».

É nesse momento que o trabalho de pessoas como as que participam no movimento Retrouvaille é necessária, indicou o Papa.

«Nos momentos mais escuros, os cônjuges perderam a esperança; então se dá a necessidade de outras pessoas que a custodiem, de um ‘nós’, de uma companhia de autênticos amigos que, com o máximo respeito, mas também com sincera vontade de bem, estejam dispostos a compartilhar algo de sua própria esperança com quem a perdeu. Mas não de maneira sentimental ou superficial, e sim organizada e realista.»

Deste modo, no momento da ruptura, oferecem ao casal «uma referência positiva na qual confiar frente ao desespero».

«De fato, quando a relação se degenera, os cônjuges caem na solidão, tanto individual como de casal. Perdem o horizonte da comunhão com Deus, com os demais e com a Igreja. Então, vossos encontros oferecem o ‘amparo’ para não se perder totalmente e para voltar a subir pouco a pouco a montanha.»

Por este motivo, apresentou às pessoas que ajudam os casais em Cristo como «custódios de uma esperança maior para os esposos que a perderam».

«Quando um casal em dificuldade ou – como demonstra vossa experiência – inclusive já separado, se encomenda a Maria e se dirige Àquele que fez dos dois ‘uma só carne’, pode estar seguro de que a crise se converterá, com a ajuda do Senhor, em um momento de crescimento e que o amor será purificado, amadurecido, reforçado.»

Isso, advertiu Bento XVI, «só Deus pode fazer, Ele que quer servir-se de seus discípulos como de válidos colaboradores para aproximar-se dos casais, escutá-los, ajudá-los e redescobrir o tesouro escondido do matrimônio, o fogo que foi sepultado sob as cinzas».

«Reaviva e faz que volte a arder a chama; certamente, não como no enamoramento, mas de uma maneira diferente, mais intensa e profunda: porém, é sempre a mesma chama», afirmou.

O Programa Retrouvaille, segundo explica em seu site, consiste em viver um fim de semana combinado com uma série de 6 a 12 sessões de fim de semana durante três meses.

Oferece instrumentos para ajudar o casal a reordenar a sua vida. O programa sublinha particularmente a comunicação no matrimônio entre o homem e a mulher, dando aos esposos a oportunidade de redescobrir-se mutuamente e de examinar suas vidas juntos de uma maneira positiva e nova.

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CNBB: Nota sobre a doação de órgãos

Reunidos em Brasília nos dias 24 a 26 de setembro de 2008, nós – Bispos do Conselho Permanente da CNBB – desejamos esclarecer a posição da Igreja Católica a respeito da doação de órgãos de pessoas com morte encefálica comprovada. A questão tem sua relevância, dado o grande número de pessoas que estão à espera de algum tipo de órgão.
Recordamos antes de tudo a Palavra do Senhor, que diz: “O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Mc 10,45). Guiados pela luz do evangelho, vemos na doação voluntária de órgãos um gesto de amor fraterno em favor da vida e da saúde do próximo. É uma prova de solidariedade, grandeza de espírito e nobreza humana.
O magistério da Igreja tem se manifestado favorável à doação voluntária de órgãos. O Catecismo da Igreja Católica afirma: “a doação gratuita de órgãos após a morte é legítima e pode ser meritória” (n. 2301). A encíclica Evangelium Vitae ensina: “merece particular apreço a doação de órgãos feita segundo normas eticamente aceitáveis para oferecer possibilidades de saúde e de vida a doentes, por vezes já sem esperança” (n. 86). O Papa João Paulo II por ocasião do 18º Congresso Internacional sobre Transplantes de Órgãos, dizia: “A doação de órgãos é uma decisão livre de oferecer, sem recompensa, uma parte do próprio corpo em benefício da saúde e do bem-estar de outra pessoa”. (Roma 29 de agosto de 2000).
Manifestamos nossa solidariedade para com milhares de pessoas que estão em lista de espera, na expectativa de receber algum órgão para sua sobrevivência, recuperação e saúde. Encorajamos as pessoas e especialmente as famílias a que – livre, conscientemente e com a devida proteção legal – doem órgãos como gesto de amor solidário em consonância com o evangelho da vida. Certamente estamos diante de um gesto nobre e comovente: um sim à vida. Aproveitamos a ocasião também para recordar que a moral católica considera lícita não apenas a doação voluntária de órgãos, bem como os transplantes. Encorajamos a todos a colaborarem sempre mais com as doações de sangue e de medula óssea, tão necessárias.
No entanto, destacamos que a doação de órgãos exige rigorosa observância dos princípios éticos que proíbem a provocação da morte dos doadores, a comercialização e o tráfico de órgãos. Sejam conscienciosamente respeitadas a inviolabilidade da vida e a dignidade da pessoa. A ética determina, ainda, que o consentimento do doador ou de sua família seja livre e consciente, após ter recebido todas as informações requeridas.
A Lei Federal nº 10.211 de 23 de março de 2001, determina que a família tem o direito de decidir a doação de órgãos da pessoa em estado de morte encefálica; assim, aqueles que se dispõem à doação, devem manifestar previamente aos familiares a sua intenção. O Sistema Nacional de Transplantes é que decide sobre os critérios de destinação justa dos órgãos doados e sobre a organização das listas de espera, evitando e coibindo toda tentativa de comércio de órgãos.
A doação de órgãos não contraria à fé cristã na ressurreição final, pois “Deus dá vida aos mortos e chama à existência o que antes não existia” (Rm 4,17). Todos aqueles que se dispõem a doar órgãos aos irmãos, tenham a certeza de que o amor e tudo o que se faz por amor permanecerão para sempre: “o amor jamais acabará” (1Cor 13,8).
Brasília-DF, 25 de setembro de 2008
Dom Geraldo Lyrio Rocha
Arcebispo de Mariana
Presidente da CNBB
Dom Dimas Lara Barbosa
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Secretário-Geral da CNBB
FONTE: CNBB
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Bento XVI esclolhe três Bispos Brasileiros para funcionar como membros dos trabalhos Sinodais
Cidade do Vaticano, -A Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos publicou, no ultimo dia 06, os nomes dos Membros, dos Peritos e dos Auditores escolhidos pelo Santo Padre, para participarem da XII Assembléia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, que se realizará no Vaticano, de 5 e 26 de outubro, sobre “A Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja”.

Membros para os trabalhos sinodais
Dentre os 32 membros o Papa escolheu três brasileiros: Dom Odilo Pedro Scherer, cardeal-arcebispo de São Paulo, que, recordamos, também é um dos três Presidentes Delegados do Sínodo); Dom Raymundo Damasceno Assis, arcebispo de Aparecida e Presidente do CELAM, Conselho Episcopal Latino-americano); e Dom Filippo Santoro, bispo de Petrópolis (RJ).

Peritos sinodais
Dentre os 41 membros, Bento XVI escolheu dois brasileiros: Luís Henrique da Silva, Coordenador da Revisão da Bíblia e Assessor da Comissão Episcopal de Pastoral para a Doutrina da Fé da CNBB; e o Padre John Maria Herman Konings, docente de Sagrada Escritura, na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

Auditores nos trabalhos do Sínodo
Enfim dentre estes 37 membros, estão dois brasileiros: Moysés Louro de Azevedo Filho, Fundador e Moderador Geral da Comunidade Católica “Shalom”; e Ari Luís do Valle Ribeiro, docente de Teologia no Seminário diocesano de Santo Amaro (SP). (MT)
Fonte: Radio Vaticano.

Bento XVI: rito extraordinário em latim não se opõe ao Concílio
13/09/2008 Mais uma vez o Papa afirmou que a missa em latim nada tem contra o Concilio Vaticano II e muito menos significa uma volta a trás. Em 12 de setembro de 2008 (ZENIT.org), o Papa disse que “É infundado ver na publicação do «motu proprio» sobre o rito extraordinário da missa em latim, como se celebrava antes do Concílio Vaticano II, uma volta atrás”, afirmou aos jornalistas que o acompanhavam durante o vôo papal à França.

Diante da pergunta que se é um retrocesso para a Igreja a publicação do ´motu proprio´ “Summorum Pontificum” sobre o rito extraordinário em Latim na missa (7 de julho de 2007), o Papa explicou que «é um medo infundado, pois este ‘motu proprio’ é simplesmente um ato de tolerância, com um objetivo pastoral, para pessoas que foram formadas nesta liturgia, que a amam, que a conhecem e querem viver com esta liturgia».

«É um pequeno grupo, pois supõe uma formação em latim, uma formação em certa cultura. Mas me parece uma exigência normal da fé e da pastoral para um bispo de nossa Igreja ter amor e tolerância por estas pessoas e permitir-lhes viver com esta liturgia», reconheceu o Papa.

«Não há oposição alguma entre a liturgia renovada pelo Concílio Vaticano II e esta liturgia. Cada dia, os padres conciliares celebraram a missa segundo o rito antigo e, ao mesmo tempo, conceberam um desenvolvimento natural para a liturgia em todo este século, pois a liturgia é uma realidade viva, que se desenvolve e que conserva em seu desenvolvimento sua identidade.»

«Portanto, há certamente acentos diferentes, mas uma identidade fundamental que exclui uma contradição, uma oposição entre a liturgia renovada e a liturgia precedente. Creio que existe uma possibilidade de enriquecimento pelas duas partes.»

«Está claro que a liturgia renovada é a liturgia cotidiana do nosso tempo», concluiu.

Com essas palavras do Papa fica claríssimo que ele nada tem contra o Concílio Vaticano II, ao contrário, dele participou ativamente e reconhece a sua importância para a Igreja. Logo, é preciso que cessem as vozes dissonantes que confundem os fiéis querendo fazê-los crer que o Papa trás a Igreja de volta ao passado, como se o Espírito Santo a tivesse conduzido com engano. Ora, não se pode duvidar que desde Pentecostes Ele conduz e guia a Igreja sem erro. Os católicos verdadeiramente fiéis ao Papa e ao Magistério da Igreja devem refutar essa mentalidade de “volta ao passado” como se a Igreja tivesse errado o caminho. O Espírito não se contradiz.

FONTE:Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br

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Para o Vaticano, morte cerebral não caracteriza morte do ser humano Plantão | Publicada em 02/09/2008 às 17h37m – O Globo

CIDADE DO VATICANO – O jornal do Vaticano Osservatore Romano defendeu hoje em seu editorial que a declaração de “morte cerebral” não pode mais ser parâmetro para definir o fim de uma vida, e deve ser revista em virtude dos novos avanços científicos. A declaração contraria o “Relatório de Harvard”, que há 40 anos modificou a definição de morte. Na época, paradas cardíacas, circulatórias e respiratórias eram o que definia a morte, mas o relatório demonstrou que o parâmetro deveria ser a morte encefálica.

Na época, a Igreja Católica havia aceitado a definição, proclamando-se favorável à retirada dos órgãos dos pacientes com morte cerebral. Posteriormente, porém, foi demonstrado que a “morte cerebral não corresponde à morte do ser humano”, ressaltou o Osservatore Romano. Atualmente, a Igreja se encontra em uma situação delicada, pois “a idéia de que a pessoa deixe de existir quando o cérebro pára de funcionar considera a existência do ser levando em conta somente o funcionamento cerebral”, defendeu o jornal. O editorial explicou ainda que “este fato entra em contradição com a concepção católica da existência e, desta forma, com as orientações da Igreja no que se refere aos casos de coma profundo”.

O artigo levantou a possibilidade de que a definição de morte “tenha sido motivada mais por interesse, ou pela necessidade, de transplante de órgãos do que por um real avanço científico”. Segundo o Osservatore Romano, muitos médicos, juristas e filósofos norte-americanos estão de acordo que “a morte cerebral não é a morte do ser humano”. As informações são da Ansa

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CNBB lança Diretório da Liturgia 2009 – 22/08/2008 – 16:04

As Edições CNBB lançaram, nesta semana, o novo Diretório da Liturgia e da Organização da Igreja no Brasil, edição 2009. Publicado anualmente, o Diretório traz a relação das dioceses, bispos e as datas litúrgicas referentes a 2009

Já está pronta a nova edição do Diretório da Liturgia e da Igreja no Brasil, ano 2009. Segundo o secretário geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa, o livro é uma síntese do Ano Litúrgico. “Os mistérios de Cristo no decorrer do ano, desde a encarnação e nascimento até a ascensão, ao Pentecostes e à expectativa da feliz esperança da vinda do Senhor”. O livro traz, também, uma síntese da organização da Igreja no Brasil.

“Trata-se de um subsídio indispensável para as dioceses, paróquias e comunidades”, explica dom Dimas. Este livro deve auxiliar as pessoas durante o Ano B, dedicado ao apóstolo Marcos, bem como tirar dúvidas sobre os regionais da CNBB, dioceses, bispos, entre outros.

O novo Diretório Litúrgico tem 420 páginas, com acabamento em brochura e pode ser encontrado nas Edições CNBB, em Brasília, no Setor de Embaixadas Sul, Quadra 801, Conjunto B. Informações pelo telefone (61) 2103-8383; site: www.edicoescnbb.com.br; e-mail: vendas@edicoescnbb.com.br.

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Projeto “PADROEIRA DO BRASIL” Arquivado

Proposição: PL-2623/2007 Clique para obter a íntegra -> Íntegra disponível em formato pdf
Autor: Professor Victorio Galli – PMDB /MT Clique para obter os detalhes do autor.

Data de Apresentação: 12/12/2007
Apreciação: Proposição Sujeita à Apreciação Conclusiva pelas Comissões – Art. 24 II
Regime de tramitação: Ordinária
Situação: MESA: Arquivada.

Ementa: Altera a redação da Lei nº 6.802, de 30 de junho de 1980.

Explicação da Ementa: Altera a redação da Lei para compatibilizar o feriado nacional do dia 12 de outubro para homenagem oficial à Nossa Senhora Aparecida, Padroeira dos brasileiros católicos apostólicos romanos, em contraposição ao termo “Padroeira do Brasil”.

Indexação: Alteração, lei federal, feriado nacional, religião, Igreja Católica.

Despacho:
30/1/2008 – Às Comissões de Educação e Cultura e Constituição e Justiça e de Cidadania (Art. 54 RICD) – Art. 24, II Proposição Sujeita à Apreciação Conclusiva pelas Comissões – Art. 24 II Regime de Tramitação: Ordinária

Legislação Citada

Pareceres, Votos e Redação Final
- CEC (EDUCAÇÃO E CULTURA)
PAR 1 CEC (Parecer de Comissão) Clique para o detalhe da proposição.
PRL 1 CEC (Parecer do Relator) – Átila Lira Clique para o detalhe da proposição.
Última Ação:
22/8/2008 – Mesa Diretora da Câmara dos Deputados (MESA) - Arquivado nos termos do artigo 133 do RICD.

Obs.: o andamento da proposição fora desta Casa Legislativa não é tratado pelo sistema, devendo ser consultado nos órgãos respectivos.
Andamento:
12/12/2007 PLENÁRIO (PLEN)
Apresentação do Projeto de Lei pelo Deputado Professor Victorio Galli (PMDB-MT). Clique para obter a íntegra
30/1/2008 Mesa Diretora da Câmara dos Deputados (MESA)
Às Comissões de Educação e Cultura e Constituição e Justiça e de Cidadania (Art. 54 RICD) – Art. 24, II Proposição Sujeita à Apreciação Conclusiva pelas Comissões – Art. 24 II Regime de Tramitação: Ordinária Clique para obter a íntegra
30/1/2008 Mesa Diretora da Câmara dos Deputados (MESA)
Encaminhamento de Despacho de Distribuição à CCP para publicação.
6/2/2008 Comissão de Educação e Cultura (CEC)
Recebimento pela CEC.
7/2/2008 COORDENAÇÃO DE COMISSÕES PERMANENTES (CCP)
Encaminhada à publicação. Publicação Inicial no DCD de 8/2/2008.
27/3/2008 Comissão de Educação e Cultura (CEC)
Designado Relator, Dep. Átila Lira (PSB-PI)
28/3/2008 Comissão de Educação e Cultura (CEC)
Prazo para Emendas ao Projeto (5 sessões ordinárias a partir de 31/03/2008)
9/4/2008 Comissão de Educação e Cultura (CEC)
Encerrado o prazo para emendas ao projeto. Não foram apresentadas emendas.
10/6/2008 Comissão de Educação e Cultura (CEC)
Apresentação do Parecer do Relator, PRL 1 CEC, pelo Dep. Átila Lira Clique para obter a íntegra
10/6/2008 Comissão de Educação e Cultura (CEC)
Parecer do Relator, Dep. Átila Lira (PSB-PI), pela rejeição. Clique para obter a íntegra
9/7/2008 Comissão de Educação e Cultura (CEC)
Aprovado por Unanimidade o Parecer.
9/7/2008 Comissão de Educação e Cultura (CEC)
Encaminhamento de Parecer à CCP para publicação – Ofício n° 371/2008-CEC.
10/7/2008 COORDENAÇÃO DE COMISSÕES PERMANENTES (CCP)
Parecer recebido para publicação.
5/8/2008 COORDENAÇÃO DE COMISSÕES PERMANENTES (CCP)
Encaminhada à publicação. Parecer da Comissão de Educação e Cultura publicado no DCD de 06/08/08, Letra A.
6/8/2008 Mesa Diretora da Câmara dos Deputados (MESA)
Sujeito a arquivamento, nos termos do art. 133 do RICD. Prazo para apresentação de recurso, nos termos do § 1º do art. 58 do RICD (5 sessões ordinárias a partir de 07/08/2008).
21/8/2008 Mesa Diretora da Câmara dos Deputados (MESA)
Encerramento automático do Prazo de Recurso. Não foram apresentados recursos.
22/8/2008 Mesa Diretora da Câmara dos Deputados (MESA)
Arquivado nos termos do artigo 133 do RICD.

Fonte:http://www2.camara.gov.br/proposicoes

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Católicos a favor do aborto não devem comungar, precisa Prefeito da Assinatura Apostólica VATICANO, 19 Ago. 08 / 06:10 am (ACI).- O Prefeito do Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica da Santa Sé, Arcebispo Raymond L. Burke, precisou que os católicos, especialmente os políticos que publicamente defendem o aborto não devem comungar; e se referiu também à responsabilidade de caridade que têm os ministros da comunhão de negar-lhes a mesma, se a solicitarem, “até que tenham reformado a própria vida”.

Em uma entrevista concedida à revista Radici Cristianize (Raízes Cristãs), Dom Burke, quem fora até recentemente Arcebispo de Saint Louis (Estados Unidos), explicou que os católicos não têm o direito de receber a Eucaristia.

“Quem pode reivindicar um direito a receber o Corpo de Cristo? Tudo é um ato sem medida do amor de Deus. Nosso Senhor se faz Ele mesmo disponível em seu Corpo e em seu Sangue mas não podemos dizer jamais que temos o direito de recebê-lo na Santa Comunhão. Cada vez que nos aproximamos dele, devemos fazê-lo com uma profunda consciência de nossa indignidade”, explicou o Prefeito.

Depois de comentar que entre os fiéis se vêem às vezes atitudes de irreverência ao receber a Comunhão, o Arcebispo destacou que “receber indignamente o Corpo e o Sangue de Cristo é um sacrilégio. Se o fizer deliberadamente em pecado mortal é um sacrilégio”.

“Se tivermos um pecado mortal na consciência, devemos primeiro nos confessar desse pecado e receber a absolvição, e só depois nos aproximar do Sacramento Eucarístico”, ressaltou.

Seguidamente pôs como exemplo deste sacrilégio o caso de qualquer “funcionário público que com conhecimento e consentimento sustenta ações que estão contra a lei moral Divina e Eterna. Por exemplo, apoiar publicamente o aborto procurado, que comporta a supressão de vidas humanas inocentes e indefesas. Uma pessoa que comete pecado desta maneira deve ser admoestada publicamente de modo que não receba a Comunhão até que não tenha reformado a própria vida”.

“Se uma pessoa que foi admoestada persiste em um pecado mortal público e se aproxima de receber a Comunhão, o ministro da Eucaristia tem a obrigação de negar-lhe a mesma, por que? Sobre tudo pela salvação da própria pessoa, lhe impedindo de realizar um sacrilégio”, adicionou.

O Prelado vaticano indicou logo que negar a Comunhão nestes casos impede que se gere o escândalo; “em primeiro lugar, um escândalo referente a nossa disposição para receber a Santa Comunhão”.

Quer dizer, disse, “deve-se evitar que a gente seja induzida a pensar que se pode estar em estado de pecado mortal e aproximar-se da Eucaristia. Em segundo lugar, poderia existir outra forma de escândalo, consistente em levar às pessoas a pensar que o ato público que esta pessoa está fazendo, que até agora todos acreditavam que era um pecado sério, não o é tanto se a Igreja lhe permite receber a Comunhão”.

“Se tivermos uma figura pública que aberta e deliberadamente sustenta os direitos abortistas e que recebe a Eucaristia, o que terminará pensando a gente comum? Pode chegar a acreditar que é correto até certo ponto suprimir uma vida inocente no seio materno”, advertiu.

O Prefeito da Assinatura Apostólica disse também que quando um bispo ou autoridade eclesiástica impede que um abortista receba a comunhão “não tem nenhuma intenção de interferir na vida pública mas no estado espiritual do político ou do funcionário público que, se for católico, deve seguir a lei divina também na esfera pública”

“Portanto, é simplesmente ridículo e errado tratar de silenciar a um pastor acusando-o de interferir em política para que não possa fazer o bem à alma de um membro de sua grei”, disse o Prelado vaticano.

Depois de afirmar que é “simplesmente errôneo” pensar que a fé deve reduzir-se ao privado abandonando o âmbito público, o Arcebispo alentou a “dar testemunho de nossa fé não só no privado dos nossos lares mas também em nossa vida pública com outros para dar um forte testemunho de Cristo”.

FONTE: CNBB

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Bento XVI convida teólogos luteranos para refletir sobre Jesus – 18/08/2008 – 14:55

Com vista à preparação do seu segundo livro sobre Jesus de Nazaré, o Papa pediu a dois teólogos luteranos para um encontro para discutirem sobre assuntos que Bento XVI irá escrever. Martin Hengel e Peter Stuhlmacher, ambos professores reformados de Teologia protestante na Universidade de Tubingen, na Alemanha, foram convidados a estar junto do Papa, no próximo dia 30 de Agosto, para um encontro em Castel Gandolfo.

Entre os dias 29 e 31 de Agosto terá lugar o encontro anual de Bento XVI com os estudantes, conhecido como o «círculo de estudantes».

Estes encontros foram iniciados pelo ainda Cardeal Joseph Ratzinger em 1978.

Martin Hengel manifestou a sua alegria por poder participar neste encontro. A reflexão do Papa vai incidir em «Questões sobre Jesus de Nazaré histórico: considerações depois de ter escrito um livro sobre Jesus».
FONTE: Agencia Ecclesia-Portugal

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CNBB lança material da CF 2009

A CNBB faz o lançamento dos subsídios da Campanha da Fraternidade de 2009. Para esse próximo ano a Igreja propõe o tema: “Fraternidade e Segurança Pública” sendo o lema: “A Paz é fruto da justiça”. O lançamento ocorreu às 15 h na programação do 5º CONAGE (Congresso Nacional de Gestão Eclesial), evento anexo a 6ª ExpoCatólica, realizado na pavilhão amarelo do Expo Center em São Paulo-SP

O lançamento foi dirigido pelo secretário-geral da CNBB, Dom Dimas Lara Barbosa. Estiveram presentes autoridades civis e religiosas, como o ministro da Justiça, Tarso Genro, o secretário Adjunto de Segurança, Guilherme Bueno de Carvalho, o arcebispo metropolitano de São Paulo, Dom Odilo Pedro Cardeal Scherer e o dirigente e fundador da Comunidade Canção Nova, Monsenhor Jonas Abib.

Dom Dimas ressalta que, a novidade desse ano está em disponibilizar o material com bastante antecedencia, para que o mesmo esteja nas mãos de todas as comunidades a fim de uma melhor preparação e reflexão do tema.

Para o Cardeal Scherer, a Campanha da Fraternidade propõe uma parceria em busca de uma serurança e comundade de paz. O tema aponta um grande interesse a toda a sociedade. A Igreja quer com essa Campanha participar da educação e cultura, ou seja, da formação de consciência que busca uma cultura de paz, respeito, direito, para vencer essa escala emergente de violência na sociedade.

O ministro Tarso Genro, ascena a importância do tema proposto pela Igreja do Brasil, para que a Segurança Pública reconheça a dignidade do ser humano, contra a violência.

Durante a solenidade também foi lançada a obra resultante da parceria entre as Edições CNBB e a Editora Canção Nova: Novo Testamento e Salmos, pelo Mons. Jonas Abib. Para o Mons. Jonas, na dinâmica do ver, julgar e agir, nessa campanha a Igreja quer refletir esse julgar à luz da Sagrada Escritura, ou seja, sobre os critérios da Palavra de Deus.

Os padres da Diocese de Presidente Prudente, Pe. Evandro Carbonário, Pe. Éverton Aparecido da Silva e Pe. Nivaldo Vitorino da Silva, e as secretárias da Paróquia São Francisco de Assis Tatiana Aparecida Santos Ferreira e Jaqueline Ignácio Evangelista, participantes do 5º CONAGE, puderam presenciar o evento.

O Material estará disponivel pela CNBB, pelo site: www.edicoescnbb.org.br

FONTE: Pe. Evandro Carbonário

quarta-feira, 30 de julho de 2008, 12:25 | Online

Papa Bento 16 concede dispensa a presidente eleito do Paraguai

REUTERS

ASSUNÇÃO - O Vaticano anunciou na quarta-feira uma decisão histórica. O papa Bento 16 concedeu uma dispensa ao ex-bispo e presidente eleito do Paraguai, Fernando Lugo, eliminando sua autoridade religiosa.

Lugo foi bispo em San Pedro, uma paupérrima região ao norte do Paraguai, durante mais de uma década, mas renunciou no fim de 2006 para dedicar-se à política. A decisão foi criticada pela Igreja.

Em abril, Lugo foi eleito presidente para um mandato de 5 anos. Ele assume o governo no dia 15 de agosto.

“É a primeira vez que se faz isso (a dispensa). Ela foi aceita porque o povo o elegeu e seu pedido foi reconsiderado porque não é compatível com seu estado clerical ocupar também a Presidência da República”, disse o núncio apostólico, Orlando Antonini, em uma coletiva em Assunção.

“O Santo Padre concede o pedido de dispensa do estado clerical… agora é laico, então, não há mais essa situação (de sanção por rebeldia)”, acrescentou.

(Por Daniela Desantis)

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OLIVEIRA DE JOÃO PAULO II DÁ FRUTOS ENQUANTO AS OUTRAS MURCHAM

JERUSALÉM, 29 Jul. 08 / 08:24 pm (ACI).- Em 2000, quando o lembrado Servo de Deus João Paulo II peregrinou a Terra Santa, deu-se um tempo para benzer um olivo no Monte das Bem-aventuranças. Recentemente um trabalhador do Fundo Nacional Judeu (JNF) informou que esta é a única árvore do bosque de oliveiras que cuida que está dando frutos este ano.
Segundo Uri Shani, Diretor de Águas do Israel, o país está confrontando “a pior crise em 80 anos. As principais fontes de água do Israel, incluindo o Mar da Galiléia e a montanha aqüífera, estão debaixo das ‘linhas vermelhas’, quer dizer que não podem ser fontes de água”.
Por esta razão, o trabalhador do JNF, Yossi Karni, comentou à imprensa local que este fato da oliveira abençoada por João Paulo II, e as azeitonas que está produzindo “é um milagre”.
Seguidamente explicou que tudas as árvores na zona são tratados de maneira similar e que os que não foram bentos não deram frutos este ano. “Recebem igual cuidado, igual quantiddade de água”, explicou e acrescentou que alguns das outras árvores inclusive começaram a murchar.
Ao responder sobre o que vai fazer com os frutos, Karni assegurou ao canal 10 de Israel que vai comercializar seu “azeite santo”.

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Sexta-feira, 25 de Julho de 2008
Pedra do Mar Morto confirma divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo

Cientistas israelenses analisaram cuidadosamente uma laje de pedra com perto de 100 centímetros de altura que contém 87 linhas em hebraico. Ela data de vários lustros antes do nascimento de Jesus Cristo.

A descoberta abalou os círculos de arqueologia bíblica hebraicos porque prova que os judeus alimentavam a expectativa de um Messias que haveria de vir e que ressuscitaria três dias depois de morto.

Para os católicos a pedra é mais uma confirmação da Fé e das Escrituras. Porém, a descoberta semeou consternação entre os judeus, pois é uma prova da divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo.

O achado deixa em situação incomoda à Sinagoga que O crucificou e os que compartilham o deicídio.

A placa foi achada perto do Mar Morto e é um raro exemplo de inscrição em tinta sobre pedra em duas colunas como a Torá (é o equivalente nas escrituras hebraicas ao Pentateuco, i. é, os cinco primeiros livros da Bíblia).

Para Daniel Boyarin, professor do Talmude na Universidade de Berkeley, a peça é mais uma evidência de que Jesus Cristo corresponde ao Messias tradicionalmente esperado pelos judeus. Ada Yardeni e Binyamin Elitzur, especialistas israelenses em escrita hebraica, após detalhada análise, concluíram que datava do fim do primeiro século antes de Cristo. O professor de arqueologia da Universidade de Tel Aviv, Yuval Goren fez uma análise química e acha que não se pode duvidar de sua autenticidade.

Israel Knohl, professor de estudos bíblicos da Universidade Hebraica, defende que a pedra prova que a “a ressurreição depois de três dias é uma idéia anterior de Jesus, o que contradiz praticamente toda a atual visão acadêmica”. Compreende-se a confusão e a contradição que a descoberta cria no judaísmo.

FONTE: http://cienciaconfirmaigreja.blogspot.com/2008/07/pedra-do-mar-morto-confirma-divindade.html

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23/07/2008 14.14.37

OLIMPÍADAS: PADRES ESTRANGEIROS VÃO CELEBRAR MISSAS PARA TURISTAS EM PEQUIM

Pequim, 23 jul (RV) – As igrejas católicas de Pequim vão poder contar com padres estrangeiros para celebrar missas e, assim, atender à demanda dos turistas presentes na China para assistir aos Jogos Olímpicos. O anúncio foi feito ontem pela agência de notícias Xinhua, citando autoridades eclesiásticas.

As missas serão celebradas em francês, italiano e alemão. “Apesar de os padres chineses serem capazes de falar vários idiomas, os padres estrangeiros têm mais facilidade de celebrar as missas em suas línguas”, disse Yu Shuqin, da diocese de Pequim.

O Conselho Cristão da China encomendou 100 mil cópias da Bíblia e do Novo Testamento com o logotipo das Olimpíadas na capa. Alguns dos livros já foram enviados para a Vila Olímpica e para igrejas da capital e de outras cidades onde ocorrerão alguns eventos dos Jogos, afirmou Xinhua.

A China conta cerca de 40 milhões de cristãos praticantes. Esse total divide-se entre os que freqüentam as igrejas sancionadas pelo governo e os que freqüentam igrejas consideradas “ilegais”, como a Igreja Católica fiel ao Vaticano. (BF)

FONTE: Radio Vaticano

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Papa nomeia Antônio Emidio Vilar como bispo de São Luiz de Cáceres

Cidade do Vaticano, 23 jul (EFE).- O papa Bento XVI nomeou Antônio Emidio Vilar como bispo de São Luiz de Cáceres (MT), em substituição de José Vieira de Lima, que renunciou ao cargo devido a limites de idade, informou hoje o escritório de imprensa do Vaticano Antônio Emidio Vilar nasceu em 1957 em Guardinha (MG), foi ordenado sacerdote em 1986 e atualmente era responsável da paróquia de Nossa Senhora Auxiliadora e diretor da comunidade salesiana em Bom Retiro (SP). EFE

“Chega agora o momento de vos dizer adeus, ou melhor, até logo. Agradeço-vos por terem participado na Jornada Mundial da Juventude de 2008, aqui em Sydney, e espero que voltemos a nos ver em três anos”, disse Bento XVI ao se despedir dos mais de 200 mil jovens que participaram da XXIII Jornada Mundial da Juventude em Sydney. “A Jornada Mundial da Juventude de 2011 acontecerá em Madri, na Espanha”, anunciou Bento XVI sob a explosão de gritos e aplausos de milhares de espanhóis que balançaram bandeiras vermelhas e amarelas.

O anúncio foi feito neste domingo, 20, após a missa de encerramento da JMJ, que teve inicio no dia 15. Esta será a segunda vez que a Espanha aconherá os jovens para o encontro com o papa. Em 1989, Santiago de Compostela sediou o evento que teve a presença do papa João Paulo II.

FONTE: CNBB

Bento XVI confirma bispos brasileiros para o Sínodo de outubro
sábado: 12 de julho de 2008

O papa Bento XVI homologou os nomes dos bispos brasileiros que participarão do Sínodo dos Bispos, que acontece em Roma, no próximo mês de outubro. Os nomes foram indicados pela assembléia da CNBB, realizada em Itaici-Indaiatuba (SP) no mês de abril.

Participarão do Sínodo o arcebispo de Mariana (MG) e presidente da CNBB, dom Geraldo Lyrio Rocha; o arcebispo de Belo Horizonte (MG) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé da CNBB, dom Walmor Oliveira de Azevedo; o arcebispo de Ribeirão Preto e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da CNBB, dom Joviano de Lima Júnior e o bispo de Goiás (GO) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-catequética da CNBB, dom Eugène Lambert Adrian Rixen.

No dia 24 de junho, o papa já havia nomeado o arcebispo de São Paulo, cardeal Odilo Pedro Scherer, um dos presidentes delegados do Sínodo que começa no dia 5 de outubro e termina no dia 26 do mesmo mês.

Foram confirmados também como suplentes o bispo da Prelazia do Xingu (PA), dom Erwin Kräutler, e o bispo de Tubarão (SC), dom Jacinto Bergmann.

Esta é a 12ª Assembléia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos e terá como tema A Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja.

Fonte: CNBB

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Papa vai lançar a leitura integral da Bíblia na televisão ROMA (AFP) – O Papa Bento XVI vai dar início a um ciclo de leitura integral da Bíblia, durante uma semana seguida, na televisão pública italiana RAI, anunciou esta última nesta quinta-feira.

Durante uma semana, de 5 a 11 de outubro, 1.200 pessoas vão se apresentar diante das câmeras do canal educativo da RAI para ler ao vivo e sem interrupção os 73 livros da Bíblia, da Gênese ao Novo Testamento.

Bento XVI será o primeiro leitor desta iniciativa original com o primeiro livro da Gênese. Ainda não foi estabelecido se falará ao vivo, como os demais, ou será gravado, mas para que tenha o máximo de audiência sua intervenção será transmitida pela RaiUno, a mais assistida dos canais públicos.

O secretário de Estado do Papa, o cardeal Tarcisio Bertone, encerrará o ciclo com o 22º capítulo do Apocalipse.

Além dos fiéis, vão participar da leitura dezenas de bispos que estão em Roma a convite do Papa para o evento.

Bento XVI se mostrou convencido da importância deste projeto, que se limita “a um puro anúncio da Palavra” (de Deus), destacou monsenhor Gianfranco Ravasi, presidente do conselho pontifício pela Cultura.

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DIVULGADO O TEMA DO 42° DIA MUNDIAL DA PAZ 2009: “COMBATER A POBREZA, CONSTRUIR A PAZ” Cidade do Vaticano, 1º jul (RV) – A Mensagem de Sua Santidade Bento XVI para o 42º Dia Mundial da Paz, que se celebrará no dia 1º de janeiro de 2009, será dedicado ao tema: “Combater a pobreza, construir a paz”.

O tema escolhido pelo Santo pretende sublinhar a necessidade de uma resposta urgente da família humana à grave questão da pobreza, entendida como problema material, mas antes de tudo moral e espiritual.

Também recentemente o Santo Padre denunciou o escândalo da pobreza no mundo: “… como se pode permanecer insensíveis aos apelos daqueles que, nos diversos continentes, não conseguem alimentar-se suficientemente para viver? Pobreza e desnutrição não são uma mera fatalidade, provocada por situações ambientais adversas ou por desastrosas calamidades naturais… as considerações de caráter exclusivamente técnico ou econômico não devem prevalecer sobre os deveres de justiça para com todos aqueles que padecem a fome” (Mensagem de Sua Santidade Bento XVI à FAO – 2 de junho 2008).

O escândalo da pobreza manifesta a ineficácia dos atuais sistemas de convivência humana na promoção e realização do bem comum (cfr Concilio Vaticano II, Cost. past. Gaudium et spes, 69). Por isso torna necessária uma reflexão sobre as profundas raízes da pobreza material, portanto também sobre a “miséria espiritual” que torna o homem indiferente aos sofrimentos do próximo.

A resposta deve então ser buscada antes de tudo na conversão do coração do homem ao Deus da Caridade (cfr Benedetto XVI, Lett. enc. Deus caritas est), para conquistar assim a “pobreza de espírito” segundo a Mensagem de salvação anunciada por Jesus no “Discurso da Montanha”: “Bem-aventurados os pobres de Espírito, porque deles é o reino dos céus” (Mt 5,3). (SP)

Fonte: Rádio Vaticano

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Quinta-feira, 26 de Junho de 2008
O Papa continuará distribuindo comunhão de joelhos e na boca
Explica o mestre das Celebrações Litúrgicas Pontifícias CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 26 de junho de 2008 (ZENIT.org).- Bento XVI distribuirá habitualmente a comunhão aos fieis de joelhos e na boca, anunciou o mestre das Celebrações Litúrgicas Pontifícias.

Em uma entrevista concedida a edição italiana de 26 de junho do «L’Osservatore Romano», Dom Guido Marini responde a quem pergunta se o Papa manterá esta prática que pôde ser vista em sua última viagem à Itália, às localidades de Santa Maria de Leuca e Brindisi.

«Creio realmente que sim – considera -. Neste sentido, não se deve esquecer que a distribuição da comunhão na mão continua sendo ainda, do ponto de vista jurídico, um indulto à lei universal, concedido pela Santa Sé às conferências episcopais que o tenham pedido».

«A modalidade adotada por Bento XVI tende a sublinhar a vigência da norma válida para toda a Igreja», declara.

Esta modalidade de distribuição do sacramento, diz, «sem tirar nada da outra, sublinha melhor a verdade da presença real na Eucaristia, ajuda à devoção dos fiéis, introduz com mais facilidade no sentido do mistério. Aspecto que em nosso tempo, pastoralmente falando, é urgente sublinhar e recuperar», declara.

A quem acusa Bento XVI de querer impor modelos pré-conciliares, o mestre das celebrações litúrgicas explica que «termos como ‘pré-conciliar’ e ‘pós-conciliar’ me parece que pertencem a uma linguagem que já foi superada e, se são utilizados com o objetivo de indicar uma descontinuidade no caminho da Igreja, considero que são equivocados e típicos de visões ideológicas muito redutivas».

«Há ‘coisas antigas e coisas novas’ que pertencem ao tesouro da Igreja de sempre e como tais devem ser consideradas. Quem é sábio sabe encontrar em seu tesouro tanto umas como outras, sem ter outros critérios que não sejam evangélicos e eclesiais».

«Nem tudo o que é novo é verdadeiro, como tampouco o é tudo que é antigo. A verdade atravessa o antigo e o novo e a ela devemos tender sem preconceitos».

«A Igreja vive segundo essa lei da continuidade, em virtude da qual, conhece um desenvolvimento arraigado na tradição. O importante é que tudo esteja orientado a uma celebração litúrgica que seja verdadeiramente a celebração do mistério sagrado, do Senhor crucificado e ressuscitado, que se faz presente em sua Igreja, reatualizando o mistério da salvação e chamando-nos, segundo a lógica de uma autêntica e ativa participação, a compartilhar até suas últimas conseqüências sua própria vida, que é vida de dom de amor ao Pai e aos irmãos, vida de santidade».

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ORDENAÇÃO DE MULHERES

A ordenação sacerdotal conferida a uma mulher, para além de ser inválida, comporta automaticamente a excomunhão para o bispo ordenante e para a mulher “ordenada”: estabelece um Decreto da Congregação para a Doutrina da Fé, publicado hoje (30 de Maio) no jornal da Santa Sé, “L’Osservatore Romano”.
“A Congregação para a Doutrina da Fé, para tutelar a natureza e a validade do sacramento da sagrada ordem, em virtude da especial faculdade que lhe foi conferida pela autoridade suprema. Decreta que tanto aquele que tiver intentado o conferir da ordem sagrada a uma mulher, como também a mulher que tiver intentado receber a ordem sagrada, incorrem na excomunhão latae sententiae, reservada à Sé Apostólica”.
Tal disposição é válida para todos os ritos em comunhão com Roma. De fato, prossegue o texto, “se aquele que tiver intentado o conferir a ordem sagrada a uma mulher ou a mulher que tiver intentado receber a ordem sagrada é um fiel sujeito ao Código dos Cânones das Igrejas Orientais, seja punido com a excomunhão maior, cuja remissão permanece reservada à Sé Apostólica.
O Decreto (que remonta à sessão de 19 de Dezembro passado da Congregação para a Doutrina da Fé) “entra imediatamente em vigor a partir do momento da sua publicação no “L’Osservatore Romano”.

Internacional | Rádio Vaticano| 30/05/2008 | 12h37min | 1273 Caracteres | 35 | Santa Sé

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NO ANGELUS, PAPA EXPLICA A FINALIDADE DO SÍNODO

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