Certeza a salvação

2, maio, 2012

Padre José Fernandes de Oliveira, SCJ

Existe o soteriológico, o psicológico e o sociológico da fé. O soteriológico tem a ver com a salvação pela fé, o psicológico com o desejo e sentimento de estar salvo e o sociológico com o ambiente, reduto ou redoma onde o fiel se refugia para sentir-se salvo do pecado, das ciladas e do poder de quem o afastaria da sua meta. Para salvar-se o fiel precisará de primeiros e segundos, sendo ele o terceiro. O primeiro é Deus que salva, o segundo ou os segundos são seus porta-vozes e o terceiro é ele mesmo que aceita e obedece o primeiro e os segundos. O processo é de submissão a Deus, ao seu intérprete e porta-voz. Vale a pena não ser livre para sentir-se salvo, porque sentindo-se salvo ele tem toda a liberdade da qual precisa.

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Quebra de maldição

5, março, 2012

Padre José Fernandes de Oliveira, SCJ

Se você costuma ler Bíblia, vai encontrar no Antigo Testamento, textos que afirmam que Deus se vinga até a quarta geração, (Ex 20, 5) mas encontrará também textos que garantem que Deus perdoa e é propenso a misericórdia (Nm 14, 18) e que não se lembrará dos pecados dos nossos antepassados nem dos nossos. (Dt 7, 12) Aí, você terá que escolher qual dos caminhos seguir.
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Filho estragado

17, dezembro, 2011

Padre José Fernandes de Oliveira, SCJ

Era um santo casal, daqueles de vida ilibada, dos quais para encontrar algum defeito você teria que pesquisar com microscópio. Amigos diziam que nunca haviam visto ninguém tão de Deus quanto este casal; quarenta anos de casados e nenhum filho; resolveram adotar.
O menino veio bom mais foi se tornando problemático. Entre o menino de 6 anos, adotado do orfanato e o filho que se tornou, a diferença foi abissal. O rapaz casou-se, mas vivia de falcatrua em falcatrua, de cadeia em cadeia.

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E ….. Ponto Final

3, novembro, 2011

Padre José Fernandes de Oliveira, SCJ

Vou dizer por que não adoro Maria, a mãe de Jesus; porque ela não é deusa! E…ponto final! Mas vou dizer por que a amo, respeito, louvo e venero. É porque não é todo dia que uma mulher dá à luz um filho como Jesus… Jesus é incomum e sua mãe também é.

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A pequenez de Aparecida

12, outubro, 2011

Padre José Fernandes de Oliveira, SCJ

A mística da pequenez da qual fala Bento XVI no seu livro “Sal da Terra”, consiste em saber ser pequeno e buscar a profundidade do existir, não no tamanho, nem na quantidade, mas no conteúdo. Penso na teoria do Big Bang que diz que o Universo começou como se fosse uma casca de noz, com um poder de explosão quase infinito. Estaria tudo comprimido numa quase bolinha de pingue-pongue. Inimaginável? Pois não foi exatamente isso que Steve Jobs perseguiu com suas maquinetas cada dia menores, a ponto de caberem na palma da mão e lembrarem uma folha de papel? No entanto, quantos terabytes de informação cabem naqueles minúsculos instrumentos? O mundo persegue, sem o saber, o resumo e a pequenez. Talvez a perfeição esteja mesmo no simples e não no complexo. Vale uma tese!…

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Pais pedagogos

4, outubro, 2011

Padre José Fernandes de Oliveira, SCJ

Se se pode falar que Deus tem um sonho, Jesus o expressou: foi o sonho da unidade. “Que todos sejam um assim como nós. (Jo 17,11) Como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. (João 17: 21).

E foi ele mesmo quem deixou os fundamentos da santa pedagogia da unidade, mistério que jamais entenderemos. Nunca seremos um, como Pai e Filho e Espírito Santo o são, mas poderemos ser uma família, uma comunidade, uma igreja em permanente busca de unidade.

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