10, Outubro, 2009
Côn. Dr. Manuel Quitério de Azevedo
Prof. do Seminário Arquidiocesano de Diamantina e da PUC-MG/ Membro da Academia de Letras e Artes de Diamantina
A piedade e a devoção do nosso povo para como a Imaculada Conceição Aparecida vem de desde os anos de 1717. Sua história é riquíssima e nos trás uma espiritualidade muito grande. Para se entender as grandes romarias, vindas de todo o País, as Eucaristias, o grande numero de graças que se recebe e agradece e o culto que se presta a Maria Santíssima, precisamos saber um pouco da sua história. Só, assim, podemos entender as maravilhas que o Senhor fez Naquela que é a cheia de graça (Lc 1, 26-38), a bem aventurada entre todas as mulheres (Lc 1, 42). Diante do exposto, ressaltaremos a crônica dos acontecimentos do longínquo Outubro de 1717, nas paragens de Itaguaçu, onde coroam os oragos (títulos) que fortalecem a importância dada ao culto a Maria no Brasil, desde o século XVII até aos nossos dias. Desde o contexto da política colonizadora de Portugal, que nos foi legada pelo passado, à expectativa trepidante da passagem do Governador D. Pedro de Almeida pela Vila de Guaratinguetá, um leque de reflexões se abre a fim de entendermos a angustiosa procura de peixes para a mesa da autoridade.
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8, Outubro, 2009
Padre Crispim Guimarães
Assessor de Comunicação e Coordenador de Pastoral da Diocese de Dourados.
Na próxima semana, dia 12 de outubro, a Igreja Católica no Brasil, celebra a ação de Deus em meio a seu povo, através daquela que ouviu e viveu o projeto Dele como nenhum outro ser humano. Portanto, hoje, não quero ressaltar a festa de Nossa Senhora Aparecida em si, mesmo porque este é um título dado à Mãe de Jesus. Desejo aprofundar algo mais sobre ela.
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16, Julho, 2009
Conêgo José Vidigal de Carvalho
Em virtude de sua maternidade divina, Maria tem também a maternidade espiritual sobre os homens. Com júbilo os cristãos receberam as palavras de Jesus lá no Calvário dirigidas a São João, representante de toda a humanidade: “Eis aí tua mãe” (Jo 19,27). No momento da Encarnação do Verbo começou a Maternidade natural de Maria com relação a Jesus, mas também sua maternidade espiritual a respeito dos os seguidores do Redentor. A razão é simples, pois se Cristo é o Rei de todos os regenerados, e a Cabeça do Corpo Místico que é a Igreja, quem gerou a cabeça gerou também todos os membros. São Paulo doutrinou: “Embora sejamos muitos, formamos um só corpo em Cristo, e cada um de nós é membro um do outro” (Rm 12,5) [...]
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28, Maio, 2009
Padre Wagner Augusto Portugal
Vigário Judicial da Arquidiocese de Juiz de Fora
Presidente do Tribunal Eclesiástico Interdiocesano
Aproxima-se o final do mês de maio e já sentimos como que uma saudade das singelas manifestações que em quase todas as nossas igrejas se celebram em honra de Nossa Senhora. É como se uma corte angélica descesse dos céus, inundando nossos templos de cânticos e vivas à Rainha dos Céus e Senhora do Mundo, a Virgem Maria. Na meiguice das pequeninas mãos que depositam na fronte da imagem da Santíssima Mãe encerra-se todo o sentimento de devoção que devotamos a Ela.
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14, Maio, 2009
Dom Eurico dos Santos Veloso
Arcebispo Emérito de Juiz de Fora, MG
Certa noite, quando ainda menino, naquelas noites frias de maio, ouvi o sermão de um missionário que saudava Maria como a Janela do céu. Na ladainha a invocamos como Porta do Céu.
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5, Maio, 2009
Dom Benedicto de Ulhôa Vieira
Arcebispo Emérito de Uberaba
Chama a nossa atenção o texto do Evangelho de São Marcos, no início do capítulo 6º quando Jesus vai a Nazaré, cidade em que crescera, e começa a ensinar na sinagoga. Todos o conheciam e, sabendo que não havia tido escola, admiravam-se de sua sabedoria. Onde teria Ele aprendido o que sabia e eloquentemente estava transmitindo? Daí o estupor dos ouvintes.
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