Para que serviu o Ano Paulino?

22, Junho, 2009

Para responder a esta pergunta, lembremos o objetivo que os Bispos de Portugal propuseram para ele na Nota Pastoral de 6 de Maio de 2008.

Proposta dos Bispos de Portugal

Começaram por constatar: “Este Ano Paulino coincide, no tempo, com uma outra proposta feita pelo Santo Padre a toda a Igreja: a convocação de um Sínodo sobre a Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja.” E avançaram: “Esta simultaneidade sugere-nos a convergência dos dois temas nas propostas pastorais. Paulo, grande Apóstolo da Palavra, pode ser o nosso guia para descobrirmos, mais profundamente, o lugar da Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja. Basta pensar que ele é o autor sagrado mais frequentemente lido na Liturgia.

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A vida na intimidade Divina

16, Junho, 2009

Dom Eurico dos Santos Veloso

Arcebispo Emérito de Juiz de Fora

O Apóstolo Paulo, escrevendo aos fiéis de Colossos, exorta-os a viverem intensamente em constante união com Deus. Alíás em todas as suas cartas, não deixa de recomendar que todos vivam a vida do espírito. “A Palavra de Cristo habite em vós ricamente: com toda a sabedoria ensinai e admoestai-vos uns aos outros e, em ação de graças a Deus, entoem em vossos corações salmos, hinos e cânticos espirituais. E tudo o que fizerdes, fazei-o em nome de Jesus, por Ele dando graças a Deus, o Pai.(Col 3,16-17).

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Atualidade e necessidade do conhecimento de Paulo hoje

5, Junho, 2009

Dom Nelson Westrupp

Bispo de Santo André

Num espaço tão limitado como este é impossível descrever e ponderar até aonde chega a atualidade de Paulo no mundo de hoje. As Cartas de Paulo fazem parte da literatura universal e estão entre os escritos mais lidos do mundo. A meu ver, suas Cartas são sempre atuais. Leia o resto deste post »


Líder insuperável

26, Maio, 2009

Dom Aloisio Roque Oppermann

Arcebispo de Uberaba

É inútil procurar pessoa mais influente, de maneira permanente, na história da humanidade. Sua influência é duradoura, cheia de sabedoria e determinação. O Apóstolo Paulo não pode ser qualificado como um homem vacilante, sem motivação na vida, ou entregue aos caprichos da opinião vigente. Ele é uma personalidade que descobriu a espinha dorsal de sua vida: Jesus Cristo. Por seu amado Mestre, o Apóstolo das nações, gastou todas suas energias, empregou toda a sua privilegiada inteligência, buscou todas as pessoas para lhes passar a grande descoberta. Foi um homem prendado de dotes naturais extraordinários. Suas características mais evidentes são inteligência, forte personalidade, profundidade, arrojo, e ao mesmo tempo mansidão. Para perceber esta última qualidade comentada, basta ler as suas insuperáveis epístolas. Nunca se torna agressivo, ou parte para o insulto. Mesmo escrevendo com firmeza aos gálatas, para eles abre seu coração e a eles narra acontecimentos biográficos, não comentados em outros escritos. Sempre é construtivo, e com o coração cheio de amor. Mas um amor amadurecido, dentro do quadro do Cristo Crucificado.

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Traços e perfil do homem Paulo

20, Maio, 2009

Dom João Maria Messi, OSM

Bispo da Diocese Barra do Piraí/Volta Redonda

No dia 29 de junho de 2008 o Papa Bento XVI promulgou solenemente o ANO PAULINO que se prolongará até o dia 28 de junho de 2009. Por ser um Ano Jubilar as pessoas devotas poderão ganhar a Indulgência Plenária.

A finalidade do Ano Paulino é bem Pastoral, de estímulo evangelizador e missionário. É comemorar em toda a Igreja o II Milênio do nascimento do Apóstolo Paulo, o primeiro e maior teólogo de todos os tempos. Sua vinda ao mundo se deu na cidade de Tarso, na Silícia, atual Turquia, região Sudeste, aproximadamente no ano oito ou nove antes de Cristo.

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A Convicção de Paulo

11, Abril, 2009

Mário Eugenio*

Dias destes, ouvi na TV que Constantino perguira os Cristãos, convertera-se superficialmente, definira o domingo como o dia de Deus e introduzira na comunidade crista diversos outros vícios como a “idolatria”. Não é fantástico? A primeira afirmação, obviamente o que se fez mestre quis dizer Nero e os outros imperadores que perseguiam o cristianismo. Quanto às outras afirmações, olha o absurdo, os cristãos morriam pela fé cristã, e de repente, porque o imperador agora era cristão, mudaram as práticas que tanto defenderam? Eta argumentinho elaborado … Mal elaborado, né? É claro que Constantino só legalizou o que já era a prática cristã. Se isso não fosse verdade, eles continuariam a morrer por Cristo.

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